RESOLUÇÃO Nº 6/CG QMCL CL/UFFS/2026
A Coordenação do Curso de Graduação em Química – Licenciatura – Campus Cerro Largo, da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, no uso de suas atribuições legais e considerando:
a) a Decisão do Colegiado do Curso registrada na Ata nº 08/CCQL-CL/UFFS/25 de 04 de dezembro de 2025.
b) A migração de acadêmicos do Curso para a estrutura reformulada.
RESOLVE:
Art. 1º Incluir Componentes Curriculares no rol de CCRs optativos da Estrutura Curricular 2023, do curso de Química – Licenciatura, Campus Cerro Largo, conforme quadro abaixo:
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Curso de graduação em Química – Licenciatura Campus Cerro Largo |
Atividades |
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Aulas presenciais |
Aulas à distância |
Extensão |
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Nº |
Código |
Componente Curricular |
Carga Horária |
Teórica |
Prática |
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GEX668 |
Cálculo II |
60 |
60 |
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GCS588 |
Fundamentos do Desenho Técnico para Educadores: Materiais Didático-Pedagógicos, Linguagem e Representação Visual |
60 |
60 |
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GEN499 |
Qualidade do ar interior |
60 |
60 |
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GEN485 |
Controle de poluição de águas |
45 |
30 |
15 |
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GEN180 |
Reuso da água |
45 |
45 |
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GEX1252 |
Introdução à nanociência e nanotecnologia |
30 |
30 |
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GEX1410 |
Química Orgânica Sustentável |
30 |
30 |
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Art. 2º Os Componentes Curriculares elencados no Art 1º possuem os seguintes quadros de ementários:
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
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T/PE/PCC |
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GEX668 |
CÁLCULO II |
4 / 0 / 0 |
60 |
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EMENTA |
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Técnicas de integração. Integrais impróprias. Funções de mais de uma variável. Limites e continuidade. Derivadas parciais. Regra da cadeia. Gradiente e derivada direcional. Máximos e mínimos. Integrais duplas e triplas. |
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OBJETIVO |
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Estudar mais algumas técnicas de integração e aplicá-las em na resolução de alguns problemas. Introduzir as principais ferramentas do cálculo diferencial e integral de funções |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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ANTON, H. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Bookman, 2002. 1 v. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A. 6. ed. São Paulo: Makron Books, 2007. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. 2 v. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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ANTON, H. Cálculo. 8. ed. São Paulo: Bookman, 2002. 2 v. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. 1 v. SALAS, H. E. Cálculo. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 1 v. ______. Cálculo. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 2 v. SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw Hill, 2010. 1 v. ______. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw Hill, 2010. 2 v. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GCS588 |
FUNDAMENTOS DO DESENHO TÉCNICO PARA EDUCADORES: MATERIAIS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS, LINGUAGEM E REPRESENTAÇÃO VISUAL |
60 |
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EMENTA |
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Instrumentos, técnicas, materiais, histórico e convenções do desenho técnico. Traçados a mão livre, com instrumentos convencionais e auxiliados por computador. Alfabetismo visual. Princípios de forma e desenho. Linguagem do desenho e representação visual gráfica e glífica. Noções de geometria, perspectiva, ergonomia, escala, dimensionamento e modelagem de objetos. Elaboração de materiais didático-pedagógicos. Comunicação, imagem e fotografia. |
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OBJETIVO |
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Compreender os fundamentos do desenho e desenvolver a capacidade de visualização espacial, de utilização dos instrumentos e materiais, das técnicas e convenções do desenho, empregando a linguagem gráfico-visual e as noções de geometria, sistemas projetivos, ergonomia, escala, dimensionamento, para a leitura, interpretação, registro de informações (suporte de memória ou documentação), representação visual gráfica e glífica, (re)elaboração das ideias em um dado substrato, resolução de problemas geométricos e elaboração de materiais didático-pedagógicos. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1967. DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011. (Docência em formação. Ensino fundamental). FRENCH, Thomas Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. Porto Alegre: Globo, 2005. MONTENEGRO, Gildo Azevedo. A perspectiva dos profissionais: sombras - insolação – axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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BORGES, Marcos Martins. Formas de representação do projeto. In: NAVEIRO, Ricardo Manfredi; OLIVEIRA, Vanderli Fava de (Org.). O projeto de engenharia, arquitetura e desenho industrial: reflexões, aplicações e formação profissional. Juiz de Fora: UFJF, 2001. p. 65-99. ESTEVÃO, Andréa; GONÇALVES, Fernando do Nascimento (Org.). Comunicação e imagem. Rio de Janeiro: Saraiva, 2006. (Coleção Resumido). GOMES, Luiz Vidal Negreiro. Princípios para a prática do debuxo. Santa Maria: [s.n.], 1994. MEDEIROS, Ligia Maria Sampaio de. Argumentos em favor do desenho projetual na educação. In: NAVEIRO, Ricardo Manfredi; OLIVEIRA, Vanderli Fava de (Org.). O projeto de engenharia, arquitetura e desenho industrial: reflexões, aplicações e formação profissional. Juiz de Fora: ed. UFJF, 2001. p. 129-148. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas (T/P/E) |
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GEN499 |
Qualidade do Ar Interior |
60 (T) |
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EMENTA |
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Qualidade do ar: contaminantes e seus efeitos á saúde, monitoramento e medições. Ventilação: ventilação geral diluidora, ventilação local diluidora, ventilação local exaustora, ventilação natural. Sistemas de ventilação: dutos, ventiladores e filtros medições. Sistemas de condicionamento de ar. Conforto térmico e renovação do ar. |
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OBJETIVO |
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Capacitar o estudante para avaliar a qualidade do ar em ambientes, dimensionar e operar sistemas de ventilação. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. COSTA, E. C. Física aplicada à construção: conforto térmico. 4. ed. São Paulo, SP: Blucher, 1991. MACINTYRE, A. J. Ventilação industrial e controle da poluição. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1990. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2008. CHEREMISINOFF, N. P. Handbook of air pollution prevention and control. Amsterdam: Butterworth-Heinemann, 2002. COSTA, E. C. Arquitetura ecológica: condicionamento térmico natural. São Paulo: Blucher, 1982. COOPER, C. D.; ALLEY, F. C. Air pollution control: a design approach. 4. ed. Long Grove, IL: Waveland, 2011. FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J.; MICHTELL, J. W. Introdução à mecânica dos fluidos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas (T/P/E) |
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GEN485 |
Controle de Poluição de Águas |
45 (30 T; 15 P) |
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EMENTA |
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Normas legais para proteção de corpos d´água. Águas superficiais: qualidade e proteção de mananciais. Características hidrológicas, hidráulicas e de morfologia fluvial. Processos e rotas de poluentes nas águas superficiais. Monitoramento da qualidade das águas de reservatórios e rios. Impacto do lançamento de efluentes em corpos receptores. Capacidades assimilativas dos recursos hídricos. |
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OBJETIVO |
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Introduzir o aluno aos conceitos básicos de controle da poluição hídrica visando o entendimento da influência das características hidrológicas, hidráulicas e de morfologia fluvial nos processos de dispersão e assimilação de poluentes em águas superficiais. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 4. ed. atual. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. 224 p. STRAŠKRABA, M.; TUNDISI, J. G. Diretrizes para o gerenciamento de lagos: gerenciamento da qualidade da água de represas. São Carlos: International Lake Environmental Commite, 2000. v. 9. VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. 1. ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais, 2007. (Princípios de tratamento biológico de águas residuárias, v. 7). VON SPERLING, M. Introdução a qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3. ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Minas Gerais, 2005. (Princípios de tratamento biológico de águas residuárias, v. 1). |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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LEHR, J.; KEELEY, J.; LEHR, J. Water Encyclopedia. New York: John Wiley & Sons, 2005. v. 1-5. REBOUÇAS, A.; BRAGA, G.; TUNDISI, J. G. Águas doces do Brasil. [S. l.]: Escrituras, 2002. STEVAUX, J. C. Geomorfologia fluvial. São Paulo: Oficina de Textos, 2017. VALENTE, O. F.; GOMES, M. A. Conservação de nascentes: hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. [S. l.]: Aprenda Fácil, 2005.
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas (T/P/E) |
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GEN180 |
Reuso da Água |
45 (T) |
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EMENTA |
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Aspectos legais e introdução ao reuso da água. Saúde e as preocupações ambientais em reuso de água. Tecnologias de reuso da água e sistemas de tratamento para remoção de sólidos em suspensão, matéria orgânica dissolvida, constituintes traços, nutrientes e patogênicos. Aplicações da água de reuso: agrícolas, industriais, recarga subterrânea, para fins potáveis. Implementação da reutilização de água. Planejamento de recuperação e reutilização da água. |
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OBJETIVO |
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Fornecer aos alunos conhecimentos sobre as tecnologias disponíveis para implementação do reuso da água e suas aplicações. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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BARSANO, P. R. Gestão ambiental. São Paulo: Erica, 2014. E-book. (Minha Biblioteca/UFFS). IBRAHIN, F. I. D. Análise ambiental: gerenciamento de resíduos e tratamento de efluentes. São Paulo: Erica, 2015. E-book. (Minha Biblioteca/UFFS). JAMES, G. M.; LIU, Y. A. Industrial water reuse and wastewater minimization. [S. l.]: McGraw Hill, 1999. MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, H. F. (Ed.). Reuso de água. Barueri, SP: Manole, 2003. (Coleção Ambiental) MIERZWA, J. C.; HESPANHOL, I. Água na indústria, uso racional e reúso. 1. ed. [S. l.]: Editora Oficina Textos, 2005. NUVOLARI, A. (coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2011. SANTOS, H. F.; MANCUSO, P. C. S. Reúso de água. [S. l.]: Editora Manole, 2003. (Coleção Ambiental, Arlindo Philippe Júnior). SHAMMAS, N. K. Abastecimento de água e remoção de resíduos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. E-book. (Minha Biblioteca/UFFS). TELLES, D. D.; COSTA, R. P. Reúso da Água: conceitos, teorias e práticas. 2. ed. rev. atual. e ampl. [S. l.]: Editora Edgard Blücher, 2010. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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BASTOS, R. K. X. (coord.). Utilização de esgoto tratado em fertirrigação, hidroponia e piscicultura. Rio de Janeiro: Rima, Abes, 2003. DI BERNARDO, L.; SABOGAL-PAZ, L. P. Seleção de tecnologias de tratamento de água. [S. l.]: Editora LdiBe: Editora Cubo, 2009. ESCOBAR, I.; SCHÄFER, A. Sustainable water for the future, water recycling versus desalination (sustainable, science e engineering). 1. ed. [S. l.]: Elsevier, 2009. 2 v. METCALF & EDDY INC; TCHOBANOGLOUS, G.; BURTON, F. L.; STENSEL, H. D. Wastewater engineering: treatment and reuse. 4. ed. New York: McGraw-Hill, 2002. SCHNEIDER, R. P.; TSUTIYA, M. T. Membranas filtrantes para tratamento de água, esgoto e águas de reuso. [S. l.]: ABES, 2001. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. SENAI, RS. Implementação de programas de produção mais limpa. Porto Alegre: CNTL, 2003. Disponível em: http://wwwapp.sistemafiergs.org.br/portal/page/portal/sfiergs_senai_uos/senairs_uo697/proximos_cursos/implementa%E7%E3o%20PmaisL.pdf. Acesso em: 28 nov. 2023. |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GEX1252 |
INTRODUÇÃO À NANOCIÊNCIA E NANOTECNOLOGIA |
30 |
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EMENTA |
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Introdução histórica à nanociência e nanotecnologia. Conceitos relacionados à escala nanométrica. Classificação e propriedades físico-químicas dos nanomateriais. Nanomateriais baseados em carbono. Aplicações e impactos da Nanotecnologia. |
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OBJETIVO |
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Contextualizar os fundamentos que deram início a nanociência e a nanotecnologia apresentando os principais nanomateriais existentes, bem como, as suas propriedades físicas, químicas e biológicas, mostrando a sua utilização na nanotecnologia. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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EISBERG, R.; RESNICK, R. Física Quântica - Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. São Paulo: Editora LTC, 1979. SCHULZ, P. Encruzilhada da nanotecnologia: inovação, tecnologia e riscos. Rio de Janeiro: Editora Vieira & Lent, 2009. TOMA, H. E. O Mundo Nanométrico: A Dimensão do Novo Século. São Paulo: Editora Oficina de Textos, 2003. VIANNA, J. D. M.; FAZZIO, A.; CANUTO, S. Teoria quântica de moléculas e sólidos: simulação computacional. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
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ALVES, J. V.; LIMA, M. C. A. Uma abordagem sobre nanociência e nanotecnologia na Educação Básica. Ensino e Multidisciplinaridade, v. 4, n. 2, p. 33-52, 2018. BAKER, J. 50 ideias de física quântica que você precisa conhecer. São Paulo: Editora Planeta, 2015. FEYNMAN, Richard P. There's Plenty of Room at the Bottom: An Invitation to Enter a New Field of Physics, First published in Engineering and Science magazine, vol. XXIII, n° 5, February 1960. California Institute of Technology, 1960. SANFELICE, R. C.; PAVINATTO, A.; CORRÊA, D. S. Introdução à Nanotecnologia. p. 27-48. Nanotecnologia aplicada a polímeros. São Paulo: Blucher, 2022. TOMA, H. E. Nanotecnologia molecular: materiais e dispositivos. São Paulo: Bucher, 2016. |
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Número de unidades de avaliação |
02 |
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Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Horas |
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GEX1410 |
QUÍMICA ORGÂNICA SUSTENTÁVEL |
30 |
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EMENTA |
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Estudo dos princípios da Química Verde aplicados à Química Orgânica. Solventes verdes, catálise, economia atômica e rotas sintéticas limpas. Avaliação de impactos socioambientais relacionados à produção e uso de compostos orgânicos no cotidiano. Estudo de casos envolvendo produtos industriais. Uso de tecnologias digitais, simulações e ferramentas interativas em EaD para investigação de processos químicos. Desenvolvimento de propostas didáticas digitais voltadas ao ensino de Química com enfoque em sustentabilidade. |
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OBJETIVO |
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Compreender e aplicar os princípios da Química Verde no contexto da Química Orgânica, utilizando recursos digitais e metodologias investigativas para analisar processos, produtos e impactos ambientais, bem como para desenvolver propostas pedagógicas para o ensino de Química. |
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REFERÊNCIAS BÁSICAS |
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MACHADO, Adélio. Introdução às métricas da química verde: uma visão sistêmica. Rio de Janeiro: LTC, 2016. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 2005. MCMURRY, J. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1997. MORRINSON, R.; BOYD, R. Química orgânica. Lisboa: Fundacao Calouste Gulbenkian, 2011. |
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REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES. |
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MATLACK, Arthur S. Introduction to green chemistry. 2. ed. New York: CRC Press, 2010.CLARK, James; MACQUARRIE, Duncan. Handbook of green chemistry and technology. Oxford: Blackwell Science, 2002. TUNDO, Pietro; PEROSA, Alvise; ZECCHINI, Francesca. Methods and reagents for green chemistry: an introduction. Hoboken: John Wiley & Sons, 2007. BRUICE, P. Y. Advanced organic chemistry. Part B – Reactions and synthesis. 3. ed. New York: Plenum Press, 1990. BRUICE, P. Y. Química orgânica. Sao Paulo: Pearson, 2006. v. 1. BRUICE, P. Y. Química orgânica. Sao Paulo: Pearson, 2006. v. 2. CLAYDEN, W.; WOTHERS, G. Organic Chemistry. Oxford University Press, 2001. |
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Número de unidades de avaliação: 02 |
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Art. 3º Conferir equivalência aos componentes curriculares presentes, na tabela abaixo, com outros componentes cursados com aprovação pelos estudantes do curso de Química – Licenciatura, Campus Cerro Largo.
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Código |
Componente Curricular |
Horas |
Expressão Equivalente |
Componente Curricular |
Horas |
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GEX692 |
Estágio Curricular Supervisionado: Ciências no Ensino Fundamental |
105 |
GCH1219 |
Estágio Curricular Supervisionado: Ciências do Ensino Fundamental |
105 |
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GCH1025 |
Estágio Curricular Supervisionado: Educação Não-Formal |
90 |
GCH1201 |
Estágio Curricular Supervisionado: Educação Não Formal |
105 |
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GLA212 |
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) |
60 |
GLA0704 |
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) |
60 |
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, tendo em vista o disposto no parágrafo único do Art. 18º do Decreto no 12.002/2024.
Data do ato: Cerro Largo-RS, 21 de janeiro de 2026.
Data de publicação: 21 de janeiro de 2026.
Liziara da Costa Cabrera
Coordenadora do Curso de Graduação em Química (Licenciatura) do Campus Cerro Largo (emec 1152567)