RESOLUÇÃO Nº 18/CG AGRB CH/UFFS/2026
A Coordenação do Curso de Graduação em Agronomia – Bacharelado, Campus Chapecó, da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, no uso de suas atribuições legais, considerando:
a) os Artigos 52 a 55 do Anexo I da Resolução nº 40/CGAE/CONSUNI/2022, de 12 de dezembro de 2022, Regulamento da Graduação da UFFS;
b) a Decisão do colegiado do curso registrada na Ata nº 1 sessão Ordinária do dia 13 de março de 2026.
RESOLVE:
Art. 1º Incluir Componentes Curriculares no rol de CCRs na Estrutura Curricular 2023, do Curso de Agronomia, conforme quadro abaixo:
Componentes curriculares optativos
|
Ordem |
Código |
Componente curricular |
Horas |
Pré-requisitos |
|
141 |
GCA310 |
Correntes da agricultura |
30 |
|
|
142 |
GEN189 |
Topografia Aplicada |
45 |
39 |
|
143 |
GCA292 |
Informática aplicada na experimentação agrícola |
45 |
28 |
|
144 |
GCA313 |
Permacultura |
30 |
41, 45 |
|
145 |
GCA314 |
Fisiologia pós colheita |
30 |
22 |
|
146 |
GCA316 |
Plantas medicinais |
45 |
13, 22 |
|
147 |
GEN190 |
Recursos naturais e energias renováveis |
45 |
10 |
|
148 |
GCA141 |
Manejo ecológico de pragas e doenças |
30 |
37 |
|
149 |
GEN211 |
Modelagem em sistemas de produção |
45 |
20 |
|
150 |
GCA297 |
Avaliações e perícias rurais |
30 |
|
|
151 |
GCA323 |
Bovinocultura de Corte |
45 |
18 |
|
152 |
GCA324 |
Tópicos em Pós-colheita |
45 |
|
|
153 |
GCA325 |
Tópicos em fruticultura |
30 |
59 |
|
154 |
GCA317 |
Tópicos especiais olericultura |
30 |
62 |
|
155 |
GEN210 |
Planejamento e Gestão de recursos hídricos |
45 |
|
|
156 |
GEX133 |
Química orgânica |
45 |
|
|
157 |
GLA045 |
Língua brasileira de sinais (Libras) |
60 |
|
|
158 |
GCA318 |
Ovinocultura e caprinocultura |
45 |
16, 18 |
|
159 |
GCA207 |
Solos e meio ambiente |
45 |
|
|
161 |
GCA319 |
Bioquímica de plantas |
45 |
14 |
|
162 |
GCA320 |
Bioquímica ecológica de plantas |
45 |
14 |
|
163 |
GCA206 |
Bioquímica Agropecuária |
45 |
14 |
|
164 |
GCS317 |
Desenho técnico auxiliado pelo computador |
30 |
15 |
|
165 |
GCB251 |
Biologia Celular e tecidual |
60 |
|
|
166 |
GCA426 |
Tópicos em Agronomia I |
45 |
|
|
167 |
GCA427 |
Tópicos em Agronomia II |
45 |
|
|
168 |
GCA584 |
Tópicos em Agronomia IV |
30 |
|
|
170 |
GCA585 |
Tópicos em Agronomia V |
30 |
|
|
171 |
GCA586 |
Tópicos em Agronomia VI |
45 |
|
|
172 |
GCA587 |
Tópicos em Agronomia VII |
45 |
|
|
173 |
GCA588 |
Tópicos em Agronomia VIII |
45 |
|
|
174 |
GCA589 |
Tópicos em Agronomia IX |
60 |
|
|
175 |
GCA590 |
Tópicos em Agronomia X |
60 |
|
|
176 |
GCA646 |
Adversidades climáticas e desenvolvimento vegetal |
45 |
31 |
|
177 |
GCA647 |
Plantas e compostos bioativos |
45 |
|
|
178 |
GCA648 |
Fruticultura Especial |
60 |
59 |
|
179 |
GCA649 |
Identificação de espécies vegetais |
30 |
13 |
|
180 |
GCA650 |
Restauração Ecológica |
45 |
02 |
|
181 |
GCA651 |
Origem, domesticação, coleta e conservação de germoplasma vegetal. |
60 |
02; 05 |
|
182 |
GCA652 |
Toxicologia de alimentos e rações |
60 |
14 |
|
183 |
GCA653 |
Culturas especiais |
45 |
|
|
184 |
GCA654 |
Tópicos em horticultura sustentável |
45 |
22 |
|
185 |
GCA655 |
Introdução à poluição do solo |
45 |
19; 29 |
|
186 |
GCA656 |
Indicadores Químicos e Biológicos de Qualidade do Solo e do Ambiente |
60 |
29; 38 |
|
187 |
GCA657 |
Avaliação da qualidade física do solo |
60 |
19 |
|
188 |
GCA658 |
Manejo Integrado de Pragas |
45 |
37 |
|
189 |
GCA675 |
Ecofisiologia da produção de sementes |
45 |
|
|
190 |
GLA213 |
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS |
60 |
|
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, tendo em vista o disposto no parágrafo único do Art. 4º do Decreto nº 10.139/2019.
MARCO AURÉLIO TRAMONTIN DA SILVA
Coordenador do Curso de Graduação em Agronomia – Bacharelado do Campus Chapecó
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA310 |
CORRENTES DA AGRICULTURA |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Introdução geral. Agricultura convencional: princípios e fundamentos. Agricultura biodinâmica e pensamento antroposófico. Agricultura orgânica: princípios e legado da teoria humanista. Agricultura natural: teoria e prática da filosofia verde. Agricultura biológica. Agricultura alternativa: da crise energética a novas formas de fazer agricultura. Agricultura agroecológica. Permacultura e os agroecossistemas sustentáveis. Agricultura orgânica moderna. Agricultura sustentável. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Conhecer os fundamentos e os princípios das correntes da agricultura, contextualizando-as historicamente e localizando geograficamente os espaços onde se iniciaram e se constituíram com mais força. Promover o domínio teórico dos fundamentos das principais correntes da agricultura no mundo. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ALTIERI, M. Agroecologia - dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 5. ed. Porto Alegre: Ed UFRGS, 2009. AMBROSANO, E. Agricultura ecológica. São Paulo: Editora agropecuária, 1999. CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos - teoria da trofobiose. Trad. Maria José Guazzelli. Porto Alegre: L&PM, 1987. EHLERS, E. M. Agricultura Sustentável: origens e perpectivas de um novo paradigma. 2. ed. Guaíba: Agropecuária, 1999. 157 p. FUKUOKA, M. Agricultura Natural - teoria e prática da filosofia verde. Trad. Hiroshi Séo e Ivna Wanderley Maia. São Paulo: Nobel, 1995. HOWARD, A. Um testamento agrícola. Trad. Eli Lino de Jesus. São Paulo: Expressão Popular, 2007. 360 p. KHATOUNIAN, C. A. A Reconstrução Ecológica da Agricultura. Botucatu: Ed. Agroecológica, 2001. STEINER, R. Fundamentos da agricultura biodinâmica - vida nova para a terra. Trad. Gerard Bannward. São Paulo: Antroposófica, 1993. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
CANUTO, J. C.; COSTABEBER, J. A. (Org.). Agroecologia: conquistando a soberania alimentar. Porto Alegre: EMATER/ASCAR, 2004. CARVALHO M. M.; XAVIER, D. F. Sistemas silvipastoris para recuperação e desenvolvimentos de pastagens. In: AQUINO, A. M.; ASSIS, R. L. Agroecologia princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília, DF: Embrapa informação tecnológica, 2005. GLIESSSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000. KOEPF, H. H.; SHAUMANN, W.; PETERSSON, B. D. Agricultura Biodinâmica. Trad. Andréas R. Loewens e Ursula Szajewski. São Paulo: Nobel, 1983. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GEN189 |
TOPOGRAFIA APLICADA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Levantamento planimétrico por irradiação e caminhamento perimétrico: prática de campo com estação total, uso de softwares topográficos, planta e memorial descritivo. Levantamentos altimétricos com níveis eletrônicos e estação total: prática de campo, uso de softwares topográficos, planta planialtimétrica e perfil. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Capacitar os alunos na execução de levantamentos planimétricos e altimétricos com uso de estação total, níveis eletrônicos e uso de softwares. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ESPARTEL, L. Curso de topografia. Porto Alegre: Globo, 1973. 655 p. GARCIA. G. J.; PIEDADE, G. C. Topografia aplicada às ciências agrárias. São Paulo: Nobel, 1989. 256 p. LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea, planimetria. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2000. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BORGES, A. C. Topografia. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1997. v. 1 e 2. COMASTRI, J. A. Topografia. Planimetria. 2. ed. Universidade Federal de Viçosa, Imprensa Universitária UFV, 1999. COMASTRI, J. A.; TULER, J. C. Topografia. Altimetria. 2. ed. Universidade Federal de Viçosa, Imprensa Universitária UFV, 1999. PARADA, M. de O. Elementos de Topografia: Manual Prático e Teórico de Medições e Demarcações de Terra. Editora Blucher, 1992. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA292 |
INFORMÁTICA APLICADA NA EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Recordar conceitos da experimentação agrícola, como variáveis qualitativas e quantitativas; representação tabular e gráfica; aplicação de testes estatísticos utilizando-se pacote estatístico informatizado. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Capacitar o acadêmico a compreender a importância da análise estatística utilizando pacotes computacionais e interpretando os resultados de pesquisa, habilitando-se a planejar e executar trabalhos de pesquisa, apresentando as ideias elementares de Estatística sobre organização de dados em tabelas e gráficos; descrição dos resultados experimentais na fundamentação das recomendações agronômicas. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação agrícola. 3. ed. Jaboticabal: FUNEP, 1995. 247 p. NUNES, R. P. Métodos para a pesquisa agronômica. Fortaleza: UFC/Centro de Ciências Agrárias, 1998. 564 p. SCHWAAB, M.; PINTO, J. C. Análises de dados experimentais. Planejamento de experimentos. Rio de Janeiro: E-papers, 2011. 514 p. v. 1 e 2. VIEIRA, S. Estatística Experimental. 2. ed. São Paulo: Atlas. 1999. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ALTHAUS, R. A.; CANTERI, M. G.; GIGLIOTI, E. A. Tecnologia da informação aplicada ao agronegócio e ciências ambientais: sistema para análise e separação de médias pelos métodos de Duncan, Tukey e Scott-Knott (SASM – AGRI, versão 3.2.4). Anais. X Encontro Anual de Iniciação Científica, Parte 1, Ponta Grossa, p. 280-281, 2001. FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed. Maceió: EDUFAL, 2000. MACHADO, A.; CONCEIÇÃO, A. R. Programa estatístico WinStat – Sistema de Análise Estatístico para Windows, versão 2.0. Pelotas-RS, 2005. SILVA, F. de A. S. Assistat: versão 7.5 beta. Campina Grande/PB: UAEG-CTRN-UFCG, 2008. (Registro INPI 0004051-2, distribuição gratuita). |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA313 |
PERMACULTURA |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Conceitos de agroecologia. Conceito, origem, histórico e ética da Permacultura. Fundamentos e termos utilizados. Princípios ecológicos. Bases para elaboração de projetos sustentáveis. Dinâmica dos sistemas naturais. Metodologia para planejamento energético de ambientes humanos. Padrões naturais, florestas, animais, solos. Design permacultural. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Tornar-se apto a desenvolver projetos permaculturais em vista da sustentabilidade da agricultura. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
FRANCISCO NETO, J. Manual de Horticultura Ecológica. Auto-suficiência em Pequenos Espaços. Ed. Nobel, 1995. FUKUOKA, M. Agricultura Natural: Teoria e Prática da Filosofia Verde. São Paulo: Ed. Nobel, 1995. MOLLISON, B. Permacultura: Designers Manual. Austrália: Ed. Tagari, 1999. MOLLISON, B.; SLAY, R. M. Introdução a Permacultura. Brasília, DF: MA/SDR/PNF, 1998. PRIMAVESI, A. Agroecologia, Ecosfera, Tecnologia e Agricultura. São Paulo: Ed. Nobel, 1997. VIVAM, J. Agricultura e Florestas: Princípios de Uma Interação Vital. Rio de Janeiro: Editora Agropecuária, 1998. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
GLIESSMAN, S. Agroecologia: Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável. LEGAN, Lucie. A escola sustentável – Eco-Alfabetizando pelo ambiente. 2. ed. atual. e rev. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Pirenópolis-GO: Ecocentro IPEC, 2007. MINKE, Gernot. Techos Verdes – Planificación, ejecucion, concejos prácticos. Montevideo: Editorial Fin de Siglo, 2004. REIJNTJES, C.; HAVERKORT, B.; WALTER-BAYER, A. Agricultura para o Futuro. Uma Introdução a Agricultura Sustentável e de baixo uso de insumo. AS-PTARJ, 1999. VAN LENGEN, Johan. Manual do Arquiteto Descalço. Rio de Janeiro: Casa do Sonho, 2008. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA314 |
FISIOLOGIA PÓS-COLHEITA |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Estudo dos processos fisiológicos de maturação e senescência de produtos vegetais. Fatores ambientais e fisiológicos que afetam a qualidade pós-colheita. Distúrbios fisiológicos e fatores bióticos que afetam a qualidade dos produtos vegetais na pós-colheita e no armazenamento. Princípios físicos, processos e métodos empregados no armazenamento de produtos vegetais. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Estudar as principais modificações que ocorrem nas características físicas e composição química de frutos e hortaliças. Principais problemas relacionados à colheita, manipulação e transporte. Aspectos relacionados às perdas, amadurecimento, embalagem e conservação dos produtos destinados a comercialização. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças. Lavras: Fundação de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão, 1990. 543 p. CORTEZ, L. A. B.; HONÓRIO, S. L.; MORETTI, C. L. Resfriamento de frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2002. 425 p. GOODWIN, T. W.; MERCER, E. I. Introduction to plant biochemistry. 2. ed. New York: Oxford, 1983. 677 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
KADER, A. A. et al. Modified atmospheres: an indexed reference list with emphasis on horticultural commodities. California: Univ. Calif., 1997. 67 p. LUENGO, R. A.; CALBO, A. G. Armazenamento de hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2001. 242 p. SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. et al. Embalagens plásticas flexíveis: principais polímeros e avaliação de propriedades. Campinas: CETEA/ITAL, 2002. 267 p. STOECKER, W. F.; JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher LTDA, 2002. THOMPSON, A. K. Controlled Atmosphere Storage of fruits and Vegetables. Wallingford: CAB International, 1998. 278 p. THOMPSON, J. F. et al. Commercial cooling of fruits, vegetables, and flowers. California: University of California, Division of agriculture and natural science, 1998. 61 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA316 |
PLANTAS MEDICINAIS |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Histórico do uso das plantas medicinais e importância deste uso na atualidade. Conhecimento científico e identificação correta das plantas medicinais. Metabólitos secundários de interesse; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio ativo; cultivo de plantas medicinais (plantio, tratos culturais, colheita, outros); secagem e armazenagem; utilização de plantas medicinais (dose, toxicidade, modo de preparo). Tópicos atuais em plantas medicinais. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Resgatar e preservar os conhecimentos populares sobre o uso de plantas medicinais, associando-o às indicações obtidas em resultados científicos. Conhecer os fatores bióticos e abióticos que influenciam na qualidade e quantidade dos princípios ativos. Identificar corretamente as plantas medicinais, conhecendo os seus compostos ativos e as suas aplicações. Estudar as técnicas de cultivo, colheita e armazenagem, visando à preservação dos compostos ativos das plantas. Projetar uma horta com plantas medicinais. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
CARVALHO, A. F. Ervas e Temperos - Cultivo, Processamento e Receitas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. CHANTAL de RUDDER, E. A. M. Guia das Plantas Medicinais. Tradução Luiza Maria F. Rodrigues, Monique Aron Chiarella e Nadir de Salles Penteado. São Paulo: Riddel, 2002. DUNIAU, M. C. M. Plantas medicinais: da magia à ciência. Editora Brasport, 2003. 150 p. MATOS, J. K. A. Plantas medicinais: aspectos agronômicos. Brasília: Gutemberg, 1996. v. 1. 51 p. SILVA, A. G. et al. Plantas medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular. Brasília: Embrapa, 2009. 264 p. SILVA, F. da; CASALI, V. W. D. Plantas Medicinais e aromáticas: Pós-Colheita e Óleos Essenciais. Viçosa-MG: UFV, DFT, 2000. 135 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
CARIBÉ, J.; CAMPOS, J. M. Plantas que ajudam o homem. São Paulo: Editora Pensamentos Ltda, 1995. FURLAN, M. R. Ervas e temperos: cultivo e comercialização. Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998. 128 p. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2. ed. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. 544 p. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora UFRGS/Editora UFSC, 2003. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GEN190 |
RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Interações entre o homem e seu ambiente natural ou construído, principalmente o rural. Recursos naturais como energia. Fontes alternativas e renováveis de energia. Diagnósticos energéticos. Gestão energética. Energias renováveis hídricas, solares, da biomassa e eólicas. As políticas energéticas concernentes às energias renováveis no mundo e no Brasil. Assuntos atuais em recursos naturais e energias renováveis. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Discutir os diferentes aspectos que envolvem questões ambientais. Desenvolver uma atitude responsável e ética na atuação profissional em relação ao meio ambiente através do desenvolvimento da consciência ecológica. Formar uma visão crítica sobre os problemas ambientais. Analisar as tecnologias energéticas que permitem a minimização de impactos ambientais. Estudar o uso de fontes renováveis de energia, o gerenciamento do uso da energia, e as tecnologias mais eficientes. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BRAGA, B.; HESPANHOL, B.; CONEJO, J. G. L.; BARROS, M. T. L.; SPENCER, M.; PORTO, M.; NUCCI, N.; JULIANO, N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 305 p. BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Biomassa e Energias Renováveis na Agricultura, Pescas e Florestas. Brasília, DF, 2005. 92 p. COLLARES, M. Energias renováveis. Lisboa: SPS, 1998. ROCHA, J. C. Introdução a Química Ambiental. Porto Alegre: Editora Bookman, 2004. TRIGUEIRO, A. Meio Ambiente no Século 21. Rio de Janeiro: Editora GMT, 2003. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus, 2004. MANO, E. B. et al. Meio ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA141 |
MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS E DOENÇAS |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Histórico, conceito e definições. Agentes de controle. Produção massal e aplicação de agentes de controle ecológico. Integração dos diversos métodos de controle. Métodos físicos e culturais (modo de ação e integração) para o controle de patógenos na agroecologia. Epidemiologia de doenças de plantas. Fisiologia do parasitismo. Princípios gerais de controle. Preparo e uso de caldas e extratos. Controles alternativos. Pós de rocha, biocompostos, biofertilizantes. Estudo de casos. Assuntos atuais em controle ecológico. Métodos de controle ecológico de pragas e doenças em animais. Homeopatia e fitoterapia na produção animal. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Compreender as vantagens – tanto econômicas e ambientais quanto aquelas ligadas à segurança alimentar – de técnicas de controle ecológico de pragas e doenças, tornando-se agente difusor desta ciência. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ALTIERI, M. A.; SILVA, E. N.; NICHOLLS, C. I. O papel da biodiversidade no Manejo de Pragas. Ribeirão Preto: Editora Holos, 2003. 65 p. ARENALES, M. C. Homeopatia em gado de corte. In: I Conferência Virtual Global sobre Produção Orgânica de Bovinos de Corte. Anais. EMBRAPA, 2002 BUENO, V. H. P. Controle Biológico de Pragas – Produção Massal e Controle de Qualidade. Lavras: UFLA, 2000. BURG, I. C.; MAYER, P. H. Alternativas ecológicas para prevenção e controle de pragas e doenças. Francisco Beltrão: GRAFIT, 2009. CROCOMO, W. B. Manejo integrado de pragas. São Paulo: CETESB, 1990. 358 p. I CONFERÊNCIA VIRTUAL GLOBAL SOBRE PRODUÇÃO ORGÂNICA DE BOVINOS DE CORTE. Anais. Universidade do Contestado Concórdia - SC/Embrapa Pantanal - Corumbá – MS, 2002. MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle Biológico. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente, 2000. v. 1, 2 e 3. SÃO PAULO. SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO. Conceitos e Técnicas do Manejo Integrado de Pragas e Doenças das Culturas. São Paulo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento, 1999. v. 1. ZAMBOLIM, L. Manejo Integrado de pragas e doença. Viçosa: UFV, 1999. 146 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BETTIOL, W. Controle biológico de doenças de plantas. Jaguariúna-SP: EMBRAPA-CNPDA, 1991. 388 p. CORREÊA-FERREIRA, B. S.; BENTO, J. M. Controle Biológico no Brasil. São Paulo: Editora Manole, 2002. 635 p. GALLO, D. et al. Manual de Entomologia Agrícola. São Paulo: Editora Agronômica CERES Ltda, 1988. 272 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GEN211 |
MODELAGEM DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
A modelagem na abordagem sistêmica da agricultura. Tipos de modelos. Ferramentas matemáticas para a elaboração de modelos. Modelos de programação matemática. A modelagem de unidades de produção e de seus componentes. Modelos deterministas. Modelagem da incerteza. Modelos de apoio à decisão de agricultores baseados na programação matemática. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Utilizar ferramentas formais para a análise e o planejamento de atividades agropecuárias, a partir de uma abordagem sistêmica da agricultura. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ANDRADE, L. E. de. Introdução à Pesquisa Operacional. Rio de Janeiro: LTC, 1990. PUCCINI, A. de; PIZZOLATO, N. D. Programação Linear. Rio de Janeiro: LTC, 1987. SILVA NETO, B.; OLIVEIRA, A. de. Modelagem e Planejamento de Sistemas de Produção Agropecuária. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2008. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BERTALANFFY, L. Teoria Geral dos Sistemas. Fundamentos, desenvolvimento e aplicações. Petrópolis: Ed. Vozes, 2008. DUFUMIER, M. Projetos de desenvolvimento agrícola. Manual para especialistas. Salvador: EDUFBA, 2007. MOTTA, D. M. da; SCHMITZ, H.; VASCONCELOS, H. E. (Org.). Agricultura familiar e abordagem sistêmica. Aracaju: Sociedade Brasileira de Sistemas de Produção, 2005. PRIGOGINE, I.; STENGERS, I. A nova aliança: metamorfose da ciência. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1997. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA297 |
AVALIAÇÕES E PERÍCIAS RURAIS |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Perícias no âmbito da Agronomia. Legislação e Ações judiciais no âmbito da Agronomia Instrumentos do perito. Procedimento pericial. Avaliação de bens rurais. Elaboração de laudo pericial. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Tornar-se capacitado para atuar na área de Avaliações e Perícias de Imóveis Rurais, emitindo laudos de avaliação e vistorias e tratando de questões como registro de imóveis, avaliações para fins de garantias e partilhas, divisões de áreas, avaliações de benfeitorias, máquinas, equipamentos e culturas. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ALMEIDA, J. R. Perícia ambiental, judicial e securitária: impacto, dano e passivo ambiental. 1. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: Thex, 2008. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e perícia ambiental. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2009. DAUDT, C. D. L. Metodologia dos diferenciais agronômicos na vistoria e avaliação do imóvel rural. Porto Alegre: CREA/RS, 1996. MAIA NETO, F. Roteiro prático de avaliações e perícias judiciais. Belo Horizonte: Del Rei, 1997. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8799: avaliação de Imóveis Rurais. São Paulo, 1985. SALDANHA, M. S.; ARANTES, C. A. Avaliação de imóveis rurais. São Paulo: Leud, 2009. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA323 |
BOVINOCULTURA DE CORTE |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Contextualização da bovinocultura de corte. Etologia e bem-estar. Raças, seleção, cruzamentos e melhoramento genético. Instalações, equipamentos, manejo alimentar, morfofisiologia do sistema reprodutivo e manejo reprodutivo, manejo sanitário e profilaxia. Manejo das fases de criação. Avaliação do desempenho zootécnico, econômico, ambiental e social. Planejamento e gestão da produção. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Capacitar o aluno a planejar, avaliar, orientar e gerir sistemas de criação de bovinos de corte segundo as formas de produção e nas suas diversas fases de criação. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BARCELLOS, J. O. J. et al. Bovinocultura de corte: Cadeia produtiva e sistemas de produção. Agrolivros, 2011. 256 p. OLIVEIRA, L. R.; BARBOSA, M. A. A. F. (Org.). Bovinocultura de corte: desafios e tecnologias. Salvador: EDUFBA, 2007. 509 p. PIRES, A. V. Bovinocultura de Corte. Piracicaba: FEALQ, 2010. 1510 p. v. 1 e 2. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BAÉTA, F. da C.; SOUZA, C. de F. Ambiência em edificações rurais: Conforto animal. Viçosa: ed.UFV, 2010. 269 p. LANA, R. de P. Sistema Viçosa de formulação de rações. Viçosa: Ed. UFV, 2007. 91 p. QUEIROZ, S. A. de. Introdução ao Melhoramento Genético de Bovinos de Corte. Agrolivros, 2012. 152 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA324 |
TÓPICOS EM PÓS-COLHEITA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Principais fungos de pós-colheita e micotoxinas, roedores, padrões de qualidade, técnicas de aeração, fatores de acidente em unidades armazenadoras, projeto de unidade de armazenagem familiar para grãos e sementes. Princípios físicos, processos e métodos empregados no armazenamento de frutas e hortaliças. Aulas práticas e visitas técnicas à unidades de produção familiar. Tópicos atuais. |
|||
|
OBJETIVOS |
|||
|
Conhecer os principais fungos de armazenagem, fatores que favorecem a ocorrência, importância, métodos de minimizar o desenvolvimento e a importância das micotoxinas produzidas no contexto da armazenagem familiar. Estudar os principais roedores e seus métodos de controle na armazenagem de grãos e sementes. Verificar os principais padrões de qualidades dos produtos armazenados. Conhecer as principais técnicas de aeração de grãos e sementes. Desenvolver um projeto para construção de uma unidade de armazenagem de grãos e sementes para a agricultura familiar. Identificar processos e métodos a serem empregados no armazenamento de frutas e hortaliças. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ANAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo: Nobel, 1993. CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças: Fisiologia e Manuseio. 2. ed. rev. e ampl. Lavras: Editora UFLA, 2005. 785 p. CORTEZ, L. A. B.; HONÓRIO, S. L.; MORETTI, C. L. Resfriamento de frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2002. 425 p. LOECK, A. E. Pragas de produtos armazenados. Pelotas: EGUFPel, 2002. 113 p. LORINI, I.; MIIKE, L. H.; SCUSSEL, V. M. Armazenagem de grãos. Campinas: IBG, 2002. 1000 p. LUENGO, R. A.; CALBO, A. G. Armazenamento de hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2001. 242 p. MILMAN, M. J. Equipamentos para pré-processamento de grãos. Pelotas: EGUFPel, 2002. 206 p. NEVES, L. C. Manual pós-colheita da fruticultura brasileira. Londrina: EDUEL - Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2009. 494 p. SCUSSEL, V. M. Atualidades em micotoxinas e armazenagem de grãos. Florianópolis: VMS, 2000. 382 p. SILVA, J. S. Secagem e armazenagem de produtos agrícolas. Viçosa: Editora Aprenda Fácil, 2000. 502 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
MARTINS, R. R. Secagem intermitente com fluxo cruzado e altas temperaturas e sua influência na qualidade do trigo duro. Porto Alegre: Emater-RS, 1998. 52 p. MARTINS, R. R.; FRANCO, J. B. da R.; OLIVEIRA, P. A. V. Tecnologia de secagem de grãos. Passo Fundo: EmbrapaTrigo/Emater-RS, 1999. 90 p. PORTELLA, J. A.; EICHELBERGER, L. Secagem de grãos. Passo Fundo: EmbrapaTrigo, 2001. 194 p. ROVERI JOSÉ, S. C. B.; PINHO, E. V. R. V.; FRANCO DA ROSA, S. D. V. Secagem de sementes: processo, métodos e influência na qualidade fisiológica. Lavras: UFLA, 2002. 86 p. SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. et al. Embalagens plásticas flexíveis: principais polímeros e avaliação de propriedades. Campinas: CETEA/ITAL, 2002. 267 p. STOECKER, W. F.; JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher LTDA, 2002. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA325 |
TÓPICOS ESPECIAIS EM FRUTICULTURA |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Culturas frutíferas de importância econômica para a agricultura familiar. Novas espécies frutíferas. Aspectos gerais e específicos de instalação e manejo do pomar agroecológico. Sistemas de classificação e embalagem; Associações e certificação para produtos agroecológicos. Frutíferas com ênfase ao maracujazeiro, abacaxizeiro, kiwizeiro, caquizeiro, pequenos frutos (moranguinho, framboesa, mirtilo, amora), goiabeira e mirtáceas nativas. Tópicos atuais em fruticultura. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Aprofundar a discussão sobre tópicos especiais em fruticultura voltada para a produção sustentável, buscando principalmente implantar novas espécies de frutíferas para a agricultura familiar. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
FABICHAK, I. O pomar caseiro. São Paulo: Nobel, 1986. 83 p. FACHINELLO, J. C.; HERTER, F. G. Normas para produção integrada de frutas de caroço (PIFC). Pelotas: Ed. EMBRAPA - Clima Temperado, 2001. 46 p. FACHINELLO, J. C.; HOFFMANN, A.; NACHTIGAL, J. C. et al. Propagação de plantas frutíferas de clima temperado. Pelotas: Editora e Gráfica da UFPel, 1994. 179 p. FACHINELLO, J. C.; NACHTIGAL, J. C.; KERSTEN, E. Fruticultura - fundamentos e práticas. Pelotas: Editora Universitária (Ufpel), 1996. 311 p. GIACOMELLI, E. J.; PY, C. O abacaxi no Brasil. Campinas: CARGILL, 1981. 101 p. ITAL. Maracujá. Campinas-SP: ITAL, 1994. 267 p. LORENZI, H. et al. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas: (para consumo in natura). São Paulo: Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006. MANICA, I. et al. Fruticultura tropical 6. Goiaba. Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 2000. 374 p. MARTINS, F. P.; PEREIRA, F. M. A cultura do caquizeiro. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1989. 71 p. PEREIRA, F. M. A cultura da figueira. Piracicaba: Livroceres, 1981. 73 p. REBELO, J. A.; BALARDIN, R. S. A cultura do morangueiro. Florianópolis: EMPASC, 1989. RUGGIERO, C. Cultura do Maracujazeiro. Ribeirão Preto: Ed. Legis Summa, 1987. 250 p. SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ALVES, E. J. A cultura da Banana: aspectos técnicos, sócio-econômicos e agroindustriais. 2. ed. rev. Brasília: Embrapa-SPI/Cruz das Almas, Embrapa-CNPMF, 1999. KOLLER, O. C. Abacaticultura. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 1984. 138 p. MANICA, I. Fruticultura em pomar doméstico: planejamento, formação e cuidados. Porto Alegre: Rigel, 1993. 143 p. PROTAS, J. F. S.; SANHUEZA, R. M. V. Produção Integrada de Frutas: O Caso da Maçã no Brasil. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2003. 129 p. RASEIRA, M. C. B.; RASEIRA, A. Contribuição ao estudo do araçazeiro. Pelotas: EMBRAPA CNPACT, 1996. 95 p. RUGGIERO, C. Mamão. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1988. 428 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA317 |
TÓPICOS ESPECIAIS OLERICULTURA |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Olericultura e importância econômica para a agricultura familiar. Novas espécies em olericultura. Aspectos gerais e específicos de instalação e manejo de hortas agroecológicas; Sistemas de classificação e embalagem. Associações e certificação para produtos agroecológicos. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Adquirir conhecimento para a elaboração e condução de projetos e técnicas olerícolas economicamente viáveis, podendo representar uma excelente fonte de renda, principalmente para pequenas propriedades rurais. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
CERQUEIRA, J. M. C. Hortofloricultura. Lisboa: Popular Franciscol Franco, 1986. FILGUEIRA, F. A. R. ABC da olericultura: guia da pequena horta. São Paulo: Agronomica Ceres, 1987. 164 p. FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura: cultura e comercialização de hortaliças. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. FILGUEIRA, Fernando Antonio Reis. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2. ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV, 2003. 412 p. ISBN 8572690654. FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 486 p. ISBN 8572690654. SILVA, A. C. F.; DELLA, B. E. Cultive uma horta e um pomar orgânico: sementes e mudas para preservar a biodiversidade. Florianópolis: Epagri, 2009. 319 p. VILLALOBOS, J. U. G. Agricultura e assentamentos. Maringá: UEM, 2000. 165 p. ISBN 8587884077. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
FRANCISCO, N. J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. São Paulo: Nobel, 1995. 141 p. ISBN 8521308256. LOPES, C. A; EMBRAPA HORTALIÇAS. A Cultura da batata. Brasília, DF: EMBRAPA, 1999. 187 p. LORENZI, Harri; SOUZA, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3. ed. Nova Odessa-SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2001. ISBN 8586714127. VAUGHAN, J. G.; GEISSLER, Catherine Alison. The Oxford book of food plants. Oxford: Oxford Universiry Press, 1997. 239 p. ISBN 0198548257. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GEN210 |
PLANEJAMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Recursos hídricos e seus aspectos físicos. Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil e em outros países: Instrumento de gestão, gestão participativa, valoração da água e estruturação de seus mercados. Legislação brasileira de águas. Delimitação e contextualização dos problemas de alocação. Identificação de fontes de ineficiências alocativas num contexto interdisciplinar. Aplicação de modelos estáticos e dinâmicos de alocação da água. Caracterização socioeconômica, balanço de recursos hídricos e política de desenvolvimento socioeconômico. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Capacitar os acadêmicos no gerenciamento de microbacias e bacias hidrográficas. Incitar a preservação dos recursos hídricos. Estudar a utilização consciente das águas e o impacto das atividades agropecuárias sobre as mesmas. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
FELICIDADE, Norma; MARTINS, Rodrigo Constante; LEME, Alessandro Andre. Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil: velhos e novos desafios para a cidadania. 2. ed. São Carlos: Rima, 2006. 238 p. ISBN 8586552488. FREITAS, Marcos Aurélio Vasconcelos. A gestão dos recursos hídricos e a mineração. Brasília: ANA, IBRAM, 2006. 334 p. ISBN 858962918X. PARANÁ. Legislação paranaense de recursos hídricos: lei estadual n. 12.726/99 e decretos que estruturam a gestão de recursos hídricos no Estado do Paraná. São Paulo: Astúrias, 2002. 169 p. MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. ISBN 8571930872. SARAIVA, Maria da Graça Amaral Neto. O rio como paisagem: gestão de corredores fluviais no quadro do ordenamento do território. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1999. 512 p. ISBN 9723108315. VALENTE, Osvaldo Ferreira; GOMES, Marcos Antônio. Conservação de nascentes: hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. Viçosa-MG: Aprenda Fácil, 2005. 210 p. ISBN 8576300125. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ANDREOLI, C. V.; CARNEIRO, C. Gestão integrada de mananciais de abastecimmento eutrofizados. Curitiba: SANEPAR; FINEP, 2005. 500 p. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis de desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 500 p. ISBN 85.249-0633-2. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GEX133 |
QUÍMICA ORGÂNICA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Princípios gerais da Química Orgânica. Características estruturais dos compostos orgânicos. Alcenos, aldeídos, esteres, cetonas e ácidos carboxílicos. Hidratos de carbono. Funções nitrogenadas: aminas, amidas, aminoácidos, proteínas. Grupos aromáticos. Polímeros e outros compostos de interesse biológico e tecnológico. Mecanismos de reação. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Apresentar aos alunos de Agronomia os fundamentos de química orgânica relacionados à estrutura, propriedades físicas e químicas, reatividade e mecanismos das principais reações das classes de compostos de interesse, para que possam ter conhecimento de síntese orgânica e dos processos biológicos. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ALLINGER, N.; CAVA, M. P.; JONGH, D. C. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1976. BRUICE, P. Y. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. 2 v. MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 2 v. SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 2 v. VOLLHARDT, K. P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica: Estrutura e Função. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006. CAMPOS, M. M. Fundamentos de Química Orgânica. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. COSTA, P. R. R.; FERREIRA, V. F.; ESTEVES, P. M. Ácidos e bases em Química Orgânica. Porto Alegre: Bookman, 2005. MORRINSON, R.; BOYD, R. Química Orgânica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995. RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994. v. 1 e 2. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GLA045 |
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (Libras) |
04 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
1. Visão contemporânea da inclusão e da educação especial na área da surdez. 2. Cultura e identidade da pessoa surda. 3. Tecnologias voltadas para a surdez. 4. História da linguagem de movimentos e gestos. 4. Breve introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. 5. Características básicas da fonologia de Libras: configurações de mão, movimento, locação, orientação da mão, expressões não-manuais. 5. O alfabeto: expressões manuais e não manuais. 6. Sistematização e operacionalização do léxico. 7. Morfologia, sintaxe, semântica e pragmática da Libras; 8. Diálogo e conversação. 9. Didática para o ensino de Libras. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Dominar a língua brasileira de sinais e elaborar estratégias para seu ensino, reconhecendo-a como um sistema de representação essencial para o desenvolvimento do pensamento da pessoa surda. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BRASIL. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP/MEC, 1998. BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. João Pessoa: Arpoador, 2000. FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BRASIL. Decreto 5.626/05. Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe – LIBRAS. São Paulo: EDUSP/Imprensa Oficial, 2001. LABORIT, Emmauelle. O Vôo da Gaivota. Paris: Editora Best Seller, 1994. LODI, Ana Cláudia Balieiro et al. Letramento e Minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. MOURA, Maria Cecília de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 2000. ______. Língua de Sinais e Educação do Surdo. Série neuropsicológica. São Paulo: TEC ART, 1993. v. 3. PIMENTA, Nelson; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de LIBRAS 1. 1. ed. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, 2006. QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos. A Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997. SACKS, Oliver. Vendo Vozes – Uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA318 |
OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Situação atual e perspectivas da caprinocultura e ovinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças de ovinos e caprinos. Sistemas de produção. Instalações. Manejos reprodutivo, nutricional e sanitário do rebanho. Melhoramento genético de ovinos e caprinos. Bem estar animal nas criações de ovinos e caprinos. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Adquirir conhecimento teórico e prático para os diferentes sistemas de produção adotados na ovinocultura e caprinocultura, bem como, os diferentes produtos da criação. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel, 2002. 387 p. v. 1. ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel, 2002. 426 p. v. 2. BOFILL, F. J. A raça ovina ideal: na Austrália e no Rio Grande do Sul. Guaíba: Agropecuária, 1997. 276 p. COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2. ed. Guaíba: Agropecuária, 1985. 102 p. MEDEIROS, L. P.; GIRÃO, R. N.; GIRÃO, E. S.; PIMENTEL, J. C. M. Caprinos princípios básicos para sua exploração. Embrapa, 1994. 177 p. PUGH, D. C. Clínica de ovinos e caprinos. São Paulo: Editora Roca, 2005. 513 p. RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura – criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel, 1997. 318 p. SILVA SOBRINHO, A. G. Criação de Ovinos. 3. ed. Jaboticabal: Funep, 2006. 302 p. SILVA SOBRINHO, A. G. Nutrição de Ovinos. Jaboticabal: Funep, 1996. 258 p. SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de Ovinos. Jaboticabal: Funep, 1990. 210 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BERCHIELLI, T. T.; PIRES, A. V.; OLIVEIRA, S. G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: Funep, 2006. 583 p. BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura Gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996. 137 p. LANA, R. P. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). Viçosa: UFV, 2005. 344 p. PEREIRA, J. C. C. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. Belo Horizonte: FEP-MVZ, 2010. 195 p. RIBEIRO, L. A. O. Medicina de Ovinos. 2009. 195 p. SOLAIMAN, S. G. Goat science and production. Wiley-Blackwell, 2010. 425 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA207 |
SOLOS E MEIO AMBIENTE |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Solos: Conceito e Importância. Fatores e processos de formação do solo. Mineralogia de solos. Propriedades químicas, físicas e biológicas. Matéria Orgânica do Solo. Poluentes: Classificação e principais fontes. Nitrogênio do solo e qualidade ambiental. Fósforo do solo e qualidade ambiental. Elementos traço e qualidade ambiental (metais pesados e qualidade ambiental). Contaminantes orgânicos e qualidade ambiental. Ciclos biogeoquímicos. Avaliação de risco ambiental. Ciclos biogeoquímicos. Avaliação de risco. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Proporcionar ao estudante a compreensão da importância do solo nos sistemas terrestres e como se dá a ação do mesmo sobre os ciclos biogeoquímicos de possíveis poluentes ambientais. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ALLOWAY, B. J. Heavy Metals in Soils. 2. ed. London: Springer, 1994. 384 p. AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S. D.; PEDRON, F. de A. Solos & Ambiente: I Forum. Santa Maria: Palloti, 2004. 167 p. KÄMPF, N.; CURI, N. Argilominerais em solos brasileiros. In: CURI, N.; MARQUES, J. J.; GUILHERME, L. R.; LIMA, J. M.; LOPES, A. S.; ALVAREZ, V. H. (Ed.). Tópicos em Ciência do Solo. Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2003. v. 3. p. 1-54. LEPSCH, I. 19 Lições de pedologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. MEURER, E. Fundamentos de Química do Solo. 4. ed. revisada e ampliada. Evangraf, 2010. 264 p. SANTOS, G. de A.; SILVA, L. da; CANELLAS, L. P.; CAMARGO, F. Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo. 2. ed. Porto Alegre: Metrópole, 2008. 636 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S. D. Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria: Palloti, 2004. 100 p. BRADY, N.; WEIL, R. R. The nature and properties of soils. 13. a 14. ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001-2007. DIXON, J. B.; WEED, S. B. Minerals in Soil Environments. 2. ed. Madison: S.S.S.A Book Series n. 1, 1989. 1244 p. EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa Produção de Informação. 2. ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 421 p. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2. ed. Rio de Janeiro-RJ, 2007. 316 p. KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São Paulo: Ceres, 1979. 262 p. LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. Manual de Descrição e Coleta de Solos no Campo. 5. ed. Campinas: SBCS, 2005. OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3. ed. Piracicaba: Fealq, 2008. 592 p. PRADO, Helio do. Solos do Brasil: gênese, morfologia, classificação, levantamento. 4. ed. rev. ampl. Piracicaba: Ed. do Autor, 2005. 220 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA319 |
BIOQUÍMICA DE PLANTAS |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Bioenergética; Glicólise: uma seqüência metabólica comum a respiração anaeróbia e aeróbia; Ciclo do ácido cítrico; Principais características da mitocôndria vegetal: composição, organização e regulação da cadeia respiratória das plantas; Fosforilação oxidativa; Via pentose fosfato; Bioquímica da respiração aeróbia; Fotossíntese; Metabolismo geral dos compostos nitrogenados; Biossíntese de ácidos nucléicos; Biossíntese de proteínas; compostos do metabolismo secundário. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Apresentar ao aluno conceitos básicos de bioquímica de plantas, demonstrando a importância do estudo da bioquímica de plantas dentro do contexto agronômico e instruí-lo na aplicação deste conhecimento, permitindo que o mesmo seja capaz de interpretar a disciplina, destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na área de atuação do agrônomo e no seu contexto diário. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 1060 p. CONTREIRAS, J. Fisiologia e bioquímica da respiração das plantas superiores. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. 314 p. CORREIA, A. A. D. Bioquímica nos solos, nas pastagens e forragens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1980. 780 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BUCHNAN, B.; GRUISSEN, W.; JONES, R. L. Biochemistry & molecular biology of plants. Rockville: American Society of Plant Physiologists, 2000. 1368 p. CARVALHO, H. F.; RECCO-PIMENTEL, S. M. A célula 2001. Manole: São Paulo, 2001. 290 p. GOODWIN, T. W.; MERCER, E. I. Introduction to plant biochemistry. 2. ed. Oxford: Pergamon Press, l983. 678 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA320 |
BIOQUÍMICA ECOLÓGICA DE PLANTAS |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Adaptação das plantas ao meio ambiente; Bioquímica da polinização em plantas; Interações bioquímicas entre plantas e animais; Interações bioquímicas ao nível de plantas superiores; Interações bioquímicas entre plantas superiores e fungos; Bases bioquímicas da seleção de plantas por insetos. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Apresentar ao aluno conceitos básicos de bioquímica ecológica de plantas, demonstrando a importância do estudo da bioquímica de plantas dentro do contexto ecológico e instruí-lo na aplicação deste conhecimento, permitindo que o mesmo seja capaz de interpretar a disciplina, destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na área de atuação do agrônomo e no seu contexto diário. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ESPOSITO, E.; AZEVEDO, J. L. Fungos: uma introdução à biologia, bioquímica e biotecnologia. Caxias do Sul: EDUCS, 2004. 210 p. FLOSS, E. L. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: UPF, 2004. 536 p. GLIESSMAN, S. R. Agroecologia. 2. ed. Porto Alegre: EUFRGS, 2001. 654 p. LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima Editora, 2000. 532 p. RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BUCHNAN, B.; GRUISSEN, W.; JONES, R. L. Biochemistry & molecular biology of plants. Rockville: American Society of Plant Physiologists, 2000. 1368 p. HARBONE, J. B. Ecological Biochemistry. London: Academic Press, 1993. 318 p. WOOD, R. K. S.; BALLIO, A.; GRANITI, A. Phytotoxins in plant diseases. London: Academic Press, 1972. 530 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA206 |
BIOQUÍMICA AGROPECUÁRIA |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Bioquímica do silo e do feno; Bioquímica da carne; Bioquímica dos biodigestores; Bioquímica da produção de álcool carburante; Bioquímica das bebidas alcoólicas; Bioquímica do solo; Bioquímica das bebidas lácteas; Bioquímica dos herbicidas; Bioquímica do rúmen; Bioquímica dos pró-bióticos e pré-bióticos; Bioquímica dos anabolizantes animais. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Apresentar ao aluno tópicos básicos da bioquímica agropecuária, demonstrando a importância do estudo da Bioquímica dentro do contexto agropecuário e instruí-lo na aplicação deste conhecimento. Interpretar a bioquímica na agropecuária destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na futura área de atuação do discente e no seu contexto diário. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BACILA, M. Bioquímica Veterinária. São Paulo: Robe Editorial, 2003. 582 p. MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e Bioquímica do Solo. Lavras: Editora UFLA, 2002. 626 p. SILVA, J. M. S. F. Bioquímica em Agropecuária. Alfenas: Editora Ciência Brasilis, 2005. 230 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ANNISON, E. F.; LEWIS, D. M. A. El metabolismo en el rúmen. México: Union Tipográfica Editoral Hispano Americana, 1966. 202 p. CORREIA, A. A. Dias. Bioquímica nos Solos, nas Pastagens e Forragens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1986. 816 p. FENNEMA, O. R. Food chemistry. 3. ed. Boca Ranton: CRC Press, 1996. 1070 p. FLOSS, E. L. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: UPF, 2004. 536 p. FRIEDEN, E.; LIPNER, H. Endocrinologia Bioquímica dos Vertebrados. São Paulo: Edgard Blücher, 1975. 172 p. HARBONE, J. B. Ecological Biochemistry. London: Academic Press, 1993. 318 p. KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. Santa Maria: Editora UFSM, 2002. 140 p. ROBINSON, D. S. Bioquímica y valor nutritivo de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1991. 512 p. SMITH, E. L.; HILL, R. L.; LEHMAN, I. R.; LEFKOWITZ, R. J.; HANDLER, P.; WHITE, A. Bioquímica: Mamíferos. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 620 p. SUDEC (Superitendência do Desenvolvimento do Estado do Ceará). Produção do Gás Metano Através da Fermentação Anaeróbica do Esterco de Gado. Fortaleza: Sudec. 1977. 34 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCS317 |
DESENHO TÉCNICO AUXILIADO PELO COMPUTADOR |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Conceitos básicos do AutoCAD. Sistemas de coordenadas do AutoCAD. Sistema de coordenadas cartesianas e polares. Configuração do ambiente de trabalho. Desenho básico bidimensional. Comandos de criação de objetos em 2D. Comandos de edição. Comandos de visualização. Ferramentas de precisão. Propriedades dos objetos. Técnicas avançadas em 2D. Camadas do desenho (layers). Comandos de averiguação. Impressão de desenhos. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Compreender a linguagem gráfica do desenho técnico assistido por computador e aprender a manipular as ferramentas do software AutoCAD voltados à criação de desenhos no espaço bidimensional. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
LIMA, Cláudia Campus Netto Alves de. Estudo dirigido de AutoCad 2010. São Paulo: Érica, 2009. 336 p. VENDITTI, Marcus Vinícius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010. 346 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2009: utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2008. 480 p. BUGAY, Edson Luiz. Autocad 2011: da modelagem à renderização em 3D. Florianópolis: Visual Books, 2010. 445 p. MATSUMOTO, Élia Yathie. AutoCad 2005, Guia Prático 2D e 3D. São Paulo: Érica, 2004. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA426 |
Tópicos em Agronomia I |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa a ser definida pelo colegiado do curso, antes da oferta. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
|
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
|
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
|
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA427 |
Tópicos em Agronomia II |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa a ser definida pelo colegiado do curso, antes da oferta. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
|
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
|
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
|
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA584 |
Tópicos em Agronomia IV |
2 |
30 |
|
OBSERVAÇÃO |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA585 |
Tópicos em Agronomia V |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA586 |
Tópicos em Agronomia VI |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA587 |
Tópicos em Agronomia VII |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA588 |
Tópicos em Agronomia VIII |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA589 |
Tópicos em Agronomia IX |
4 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA590 |
Tópicos em Agronomia X |
4 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA646 |
ADVERSIDADES CLIMÁTICAS E DESENVOLVIMENTO VEGETAL |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Definições e conceitos básicos de agroclimatologia. Abordagem das adversidades climáticas e do desenvolvimento vegetal, com foco nos aspectos relativos a radiação solar e regime radiativo de uma vegetação; Balanço de radiação e de energia em superfícies vegetadas; Cultivo em ambientes protegidos; Temperatura como fator agronômico para o desenvolvimento animal e vegetal; Importância agroecológica do vapor d’água e dos ventos; Geadas; Modelos agrometeorológicos de produtividade. Zoneamento agroclimatológico. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Adquirir conhecimentos aplicados na relação entre as variáveis ambientais e o desenvolvimento vegetal, de forma que possibilite integrar os aspectos teóricos envolvidos com a realidade presente nos cultivos. Permitindo que o acadêmico desenvolva e aprimore suas percepções a respeito da influência das variáveis climáticas sobre os aspectos relativos ao desenvolvimento vegetal. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
AYOADE, I. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. FERREIRA, A. G. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Brasília: MA-INMET, 2001. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Meteorologia Agrícola (LCE 306) – Apostila Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Universidade de São Paulo. Piracicaba, 2000. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Brasília: MA-INMET, 2006. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA647 |
PLANTAS E COMPOSTOS BIOATIVOS |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Introdução ao estudo das plantas e compostos bioativos; importância econômica, ambiental e sociocultural; potencial de utilização de plantas e compostos bioativos no redesenho de agroecossistemas; principais metabólicos de interesse; aspectos agrometeorológicos no cultivo de plantas bioativas; preparados caseiros de plantas e compostos bioativos; Aspectos básicos da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos como estratégia de diversificação da matriz produtiva. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Formar engenheiros Agrônomos que utilizem conceitos e princípios relacionados a importância do cultivo de espécies bioativas em suas diferentes dimensões de utilização. Desenvolver questões relacionadas ao cultivo e utilização das plantas bioativas e seus compostos bioativos na agricultura. Conhecer e compreender o efeito das variáveis ambientais sobre o desenvolvimento de espécies bioativas. Preparados bioativos e sua utilização nos cultivos agrícolas e na fitoterapia animal. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
CARVALHO, A. F. Ervas e Temperos - Cultivo, Processamento e Receitas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. CHANTAL de RUDDER, E. A. M. Guia das Plantas Medicinais. Tradução Luiza Maria F. Rodrigues, Monique Aron Chiarella e Nadir de Salles Penteado. São Paulo: Riddel, 2002. DUNIAU, M. C. M. Plantas medicinais: da magia à ciência. Editora Brasport, 2003. 150p. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil – nativas e exóticas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2002. MATOS, J. K. A. Plantas medicinais: aspectos agronômicos. Brasília: Gutemberg, 1996. v. 1. 51 p. SILVA, F. da; CASALI, V. W. D. Plantas Medicinais e aromáticas: Pós-Colheita e Óleos Essenciais. Viçosa-MG: UFV, DFT, 2000. 135 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
CARIBÉ, J.; CAMPOS, J. M. Plantas que ajudam o homem. São Paulo: Editora Pensamentos Ltda, 1995. FURLAN, M. R. Ervas e temperos: cultivo e comercialização. Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998. 128 p. LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2. ed. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. 544 p. MENEZES, E. L. A. Inseticidas botânicos: seus princípios ativos, modo de ação e uso agrícola. Embrapa Agrobiologia. Documentos 205. 2005, 58p. SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora UFRGS/Editora UFSC, 2003.
|
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA648 |
FRUTICULTURA ESPECIAL |
04 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Conceito e importância da fruticultura nos aspectos econômicos locais. Estudo das principais frutíferas do Brasil. Importância da fruticultura de clima tropical e subtropica, pequenas frutas e frutas nativas de importância econômica. Instalação de pomares, exigências culturais, colheita. Dados econômicos e alimentícios, botânica, morfologia, clima, solo, plantio. Sistema de produção Pequenas frutas (mirtileiro, amoreira-preta, framboeseira,morangueiro, physalis, etc.) e frutíferas nativas regionais. Cultura do caquizeiro, Cultura da goiabeira, Cultura do maracujazeiro, Cultura da mangueira, Cultura da nespereira, Cultura da aceroleira, Cultura do abacaxizeiro, Cultura do abacateiro, Cultura da bananeira. Tópicos atuais em fruticultura. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Oportunizar conhecimentos básicos de fruticultura e das fruteiras de maior expressão econômica do país e/ou de microclimas diferenciados na região oeste de Santa Catarina e Norte do Rio Grande do Sul. Elaborar, executar, orientar, analisar e avaliar projetos de desenvolvimento sustentável de sistemas de produção frutícola em escala familiar e empresarial. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p. LORENZI, H. et al. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (para consumo in natura). São Paulo: Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006.
|
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
ITAL. Maracujá. Campinas-SP: ITAL, 1994. 267p. KOLLER, Otto Carlos. Abacaticultura. 2.ed. Porto Alegre: Ed. Da Universidade/UFRGS, 1992, 138p. MANICA, I. et al. Fruticultura tropical 6. Goiaba. Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 2000. 374p. MARTINS, F. P.; PEREIRA, F. M. A cultura do caquizeiro. Jaboticabal: FUNEP. 1989. 71p. ALVES, E. J. A cultura da Banana: aspectos técnicos, sócio-econômicos e agroindustriais. 2. ed. rev. Brasília: Embrapa-SPI/Cruz das Almas, Embrapa-CNPMF, 1999.
|
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA649 |
IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS |
2 |
30 |
|
EMENTA |
|||
|
O componente curricular se propõe a desenvolver a habilidade de identificar as espécies vegetais do sul do Brasil, com ênfase em espécies nativas e espécies arbóreas. Desenvolve o conhecimento prático sobre a morfologia das espécies vegetais com finalidades taxonômicas. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Desenvolver habilidades de identificação de espécies vegetais com base em conhecimento da morfologia vegetal e uso da bibliografia especializada. Utilizar chaves de identificação botânica. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4. ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica - organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4. ed. rev. e ampl. Viçosa: UFV, 2000. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Nova Odessa: Editora Plantarum, volumes 1-3, 2009-2012. PINHEIRO, A. L.; ALMEIDA, É. C. Fundamentos de taxonomia e dendrologia tropical. Viçosa, MG: UFV, 2008. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA650 |
RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Apresenta aos estudantes temas referentes à Restauração Ecológica, partindo de conhecimentos clássicos da Ecologia, e discutindo aplicações de conhecimentos de Interações Bióticas e Ecofisiologia, entre outras áreas, no sentido de desenvolver métodos que possam recuperar determinadas propriedades de ecossistemas perturbados, com ênfase em florestas nativas e em agroecossistemas através de agroflorestas. Discute o desenvolvimento projetos de Restauração Ecológica ou reabilitação de áreas degradadas. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Conhecer os fundamentos da restauração ecológica e sua contribuição para a conservação da biodiversidade e recuperação das funções e capacidades ambientais dos ecossistemas. Conhecer e discutir diferentes métodos e abordagens aplicados na restauração ecológica. Analisar a restauração ecológica nas dimensões ambiental, social e econômica. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. DAJOZ, R. Princípios de Ecologia Geral. 7 ed. Rio de Janeiro: Artmed, 2005, 519p RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
DEINTENBACH, A., FLORIANO, G. S., DUBOIS, J. C. L., VIVAN, J. L. Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretaria de Agricultura Familiar, 2008 LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5. ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA651 |
ORIGEM, DOMESTICAÇÃO, COLETA E CONSERVAÇÃO DE GERMOPLASMA VEGETAL |
04 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Primórdios das sociedades humanas e da agricultura. Evolução biológica e evolução cultural. Centros de origem, domesticação e diversificação de plantas cultivadas. Principais aspectos relacionados à domesticação, melhoramento genético participativo e diversificação de recursos genéticos vegetais. Os riscos de erosão genética. Estratégias de conservação de recursos genéticos vegetais e parentes silvestres: in situ, ex situ, on farm, in vitro. Noções de coleta, caracterização morfológica, agronômica e molecular de germoplasma para conservação ex situ. Aspectos legais relacionados ao acesso à biodiversidade e repartição de benefícios, ao conhecimento tradicional associado e aos direitos dos agricultores. Elaboração de planos de uso, manejo e conservação de espécies vegetais. Noções sobre produção de sementes crioulas. Importância das variedades crioulas para a soberania, segurança alimentar e nutricional das populações humanas. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Estudo dos processos históricos, antropológicos e biológicos envolvidos na domesticação de plantas, como base para compreensão da estrutura genética e ecológica dos cultivos atuais e seu significado do ponto de vista evolutivo e como fonte de germoplasma para os programas de melhoramento genéticos e conservação integrada de germoplasma, bem como conhecer as principais ferramentas para o manejo e conservação da agrobiodiversidade. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BOEF, W. de. et al. Biodiversidade e agricultores: fortalecendo o manejo comunitário. Porto Alegre: L & PM, 2007. FALEIRO FG. Marcadores Genético-Moleculares aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. Brasília. Embrapa, 102p. 2007. JABLONKA, E. & LAMB, M. J. Evolução em quatro dimensões: DNA, comportamento e a história da vida. Trad. Cláudio Angelo. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. NASS, L.L.(Org.). Recursos Genéticos vegetais. Brasília. Embrapa, 860p. 2007. VAVILOV, N. I. Origin and geography of cultivated plants. Cambridge Univ. Press, Cambridge, UK. 1992. WALTER, B.M.T. & CAVALCANTI, T.B. (Org.). Fundamentos para a coleta de germoplasma vegetal. Brasília. Embrapa, 778p. 2005. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BRUSH, S.B. Genes in the field – On farm conservation of crop diversity. Rome, IPGRI-CRC. Press, 88p. 2000. DAWKINS, R. A grande história da evolução: na trilha dos nossos ancestrais. Trad. Laura T. Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. DIAMOND, J. Armas, Germes e Aço. Rio de Janeiro: Record, 2002. (Disponível no Moodle). FAO. Plan de Acción Mundial para la Conservación y la Utilización Sostenible de FAO. The future - Trends of food and challenges agriculture. Rome. 2017. LACEY, H. As sementes e o conhecimento que elas incorporam. São Paulo em Perspectiva. 14(3), 2000. p. 53-59. PEARSALL, D.M. The origins of plant cultivation in South America. In: COWAN, C.W.; WATSON, P.J. (Eds.) The origins of agriculture - an international perspective. Smithsonian Inst. Press, Washington. pp. 173-206, 1992. SANTILI, J. Agrobiodiversidade e direitos dos agricultores. São Paulo: Peirópolis, 2009. CORADIN, L.; SIMINSKI, A.& REIS, A. (Orgs). Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro Região Sul. Brasília: MMA, 2011. v.1. 934. JARVIS, D. I.;MYER, L.; KLEMICK, .; GUARINO, L.; SMALE, M.; BROWN, A.H.D.; SADIKI, M.; STHAPIT, . & HODGKIN, T. Guía de Capacitacioón para la Conversacioón in situ em Fincas. IPGRI, Roma, Itália. 161p. 2006. ORNELLAS, L.H. A alimentação através dos tempos. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA652 |
TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS E RAÇÕES |
04 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Princípios gerais de toxicologia de alimentos e rações; Agentes tóxicos naturalmente presentes nos alimentos e nas rações; Agentes tóxicos contaminantes diretos dos alimentos e das rações; Agentes tóxicos contaminantes indiretos de alimentos e das rações. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Formar engenheiros Agrônomos que utilizem conceitos e princípios ecológicos, visando o planejamento, a construção e o manejo de agroecossistemas ambientalmente sustentáveis, economicamente viáveis e socioculturalmente aceitável com sólidos conhecimentos técnico-científicos e compromisso social. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
CONN & STUMPF - Introdução à Bioquímica - Editora Edgard Blucher - São Paulo. 1980. NELSON, D.L. & COX, M.M. Lehninger - Princípios de Bioquímica. Ed. Sarvier, 2006. 1152p. MARZZOCO, A & TORRES, B.B. Bioquímica Básica 3 edição. Guanabara-Koogan. Rio de Janeiro. 2007 CHAMPE, P.C.; HARVEY, R.A.; FERRIER, D.R. Bioquímica Ilustrada. 4 edição. Artmed, Porto Alegre, 2008. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
LARINI, L. Toxicologia dos praguicidas. São Paulo: Manole. 2008, 230p. SUCUSSEL, V. M. Atualidades em micotoxinas e armazenagem de grãos. Florianópolis: Ed. do Autor. 2000, 384p. OGA, S.; CAMARGO, M. M. A.; BATISTUZZO, J. A. O. Fundamentos de toxicologia. 3º ed. São Paulo: Atheneu. 1996, 696p. MIDIO, A. F.; MARTINS, D. I. Toxicologia de alimentos. São Paulo: Livraria Varela. 2000, 296p. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA653 |
CULTURAS ESPECIAIS |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Histórico, época e sistemas de cultivo, características agronômicas, espaçamento, densidade e população de plantas. Cultivares, manejo fitotécnico e adubação. Manejo das principais pragas, doenças e plantas espontâneas das culturas especiais: algodão, café, girassol, amendoim, mandioca, linhaça, mamona, pinhão manso, sorgo, erva mate, fumo, ervilha, lentilha entre outras. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Proporcionar, aos discentes, conhecimentos teóricos e práticos acerca das principais características agronômicas e manejo fitotécnico das culturas do algodão, café, girassol, amendoim, mandioca, linhaça, mamona, pinhão manso, sorgo, erva mate, fumo, ervilha, lentilha entre outras culturas. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
PAULA JÚNIOR, T. J.; VENZON, M. 101 Culturas - Manual de Tecnologias Agrícolas. Belo Horizonte: Epamig, 2007. 800 p. INSTITUTO CAMPINEIRO DE ENSINO AGRÍCOLA. Principais culturas. Campinas/SP: ICEA, 1987. 404p. BORÉM, A.; FREIRE, E.C. (Ed.). Algodão: do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2014. 312 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
MATTOS, P. L. P.; FARIAS, A. R. N.; FERREIRA FILHO, J. R. Mandioca: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF : Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 176 p. KIST, B.B.; QUINTANA, A.; CORRÊA, S. Anuário brasileiro da erva mate. Santa Cruz do Sul, RS: Gazeta, 1999. 63 p. SEVERINO, S.; MILANI, M.; BELTRÃO, N.E.M. Mamona : o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 248p. LAPA, J.R.A. A economia cafeeira. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1998. 120 p. LUCENA, A.M.A. et al. Ecofisiologia das culturas de algodão, amendoim, gergelim, mamona, pinhão-manso e sisal. Brasília, DF: Editora Embrapa. 2011. 324p. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA654 |
TÓPICOS EM HORTICULTURA SUSTENTÁVEL |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Fisiologia de sementes: uso de bioestimulantes e extratos naturais para incremento na germinação, desenvolvimento de plantas, sanidade de sementes e qualidade de mudas de hortaliças. Práticas alternativas no cultivo de hortaliças: consorciação de espécies e sistema de plantio direto de hortaliças. Cultivo de mini hortaliças. Cultivo de hortaliças não convencionais. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Fornecer bases teóricas e práticas para proposição de sistemas sustentáveis de produção de hortaliças, visando o uso de sistemas alternativos e o cultivo de espécies não convencionais, assim como de mini hortaliças, para agregação de valor e aumento da renda, em propriedades de agricultura familiar. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
AGRIOS, G. N. Plant pathology. 5th ed. New York: Elsevier, 2005. 922 p. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de hortaliças não-convencionais. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. – Brasília : Mapa/ACS, 2010. 92 p. FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3.ed. Viçosa: Ed. da UFV, 2008. 421p. LOPES, C.A.; PEDROSO, M.T.M. Sustentabilidade e horticultura no Brasil: da retórica à prática. Embrapa. Brasília. 2017. 446p. HAMERSCHMIDT, I. (Org.). Manual de olericultura orgânica. Curitiba, PR: Emater, 2012. 129p. MORZELLE, M.C.; PETERS, L.P.; ANGELLINI, B.G.; CASTRO, P.R.C.; MENDES, A.C.C.M. Agroquímicos estimulantes, extratos vegetais e metabólitos microbianos na Agricultura. ESALQ: Piracicaba-Divisão de Biblioteca (Série Produtor Rural). 2017. 94p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
CALLEGARI, C.R.; MATOS FILHO, A.M. Plantas Alimentícias Não Convencionais - PANCs. Florianópolis: Epagri, 2017. 53p. (Epagri, Boletim Didático, 142). FAYAD, J.A.; COMIN,J.J.; BERTOL, I. (coord) Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH): O cultivo do tomate. Florianópolis: Epagri, 2016. 96p. (Epagri. Boletim Didático,132). MARCOS FILHO, J. Fisiologia de Sementes das plantas cultivadas. Inovacao distribuidora de livros. 2016. 659p. SILVA, C. A. R. Viabilidade técnica e econômica do cultivo consorciado de hortaliças para a agricultura familiar. Universidade de Brasília (Tese de doutorado em Agronomia). 2017. 153p. NOBEL, P.S. Physicochemical & environmental plant physiologi. 14Th ed. San Diego, CA, US: Elsevier, 2009. xxiv, 582 p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Armed, 2009. 819 p. |
|||
|
CÓDIGO |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA655 |
INTRODUÇÃO À POLUIÇÃO DO SOLO |
03 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
Atributos do solo. Cenários de contaminação de solos e águas subterrâneas: contaminantes orgânicos e inorgânicos. Atenuação natural de contaminantes. Monitoramento do solo. Remediação e revitalização de áreas contaminadas. Legislação ambiental para proteção do solo e mananciais subterrâneos. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Contribuir para que o aluno incorpore na sua formação conhecimentos relativos à ciência do solo e os principais contaminantes de solo. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
MIRSAL, I. A. Soil Pollution: Origin, Monitoring & Remediation. 2. ed. Editora Springer, 2008. 312 p. HYMAN, M.; DUPONT, R. R. Groundwater and Soil Remediation – Process Design and Cost Estimating of Proven Technologies. 1. ed. Reston: EUA, ASCE PRESS, 2001. RODRIGUES, D.; MOERI, E. Áreas Contaminadas - Remediação e Revitalização. Rio de Janeiro: Editora ABES, 2007. v. 3. 204 p. PRUSKI, F. F. Conservação de Solo e Água – Práticas Mecânicas para o Controle de Erosão Hídrica. UFV, 2006. 240 p. DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 4. ed. atualizada. Editora Oficina de Textos, 2012. 224 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. 2. ed. atualizada e ampliada. Editora Oficina de Textos, 2010. 216 p. ARTIOLA, J. F.; PEPPER, I. L.; BRUSSEAU, M. Environmental Monitoring Characterization. Elsevier Academic Press, 2004. 410 p. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 4. ed. São Paulo: Ícone, 1999.355 p. AZEVEDO, A.; DALMOLIN, R. S. D. Solos e ambiente: uma introdução. Santa Maria: Ed.Pallotti, 2004. 100 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA657 |
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FÍSICA DO SOLO |
4 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Natureza do solo, funções e comportamento físico. Qualidade do solo. Atributos físicos utilizados como indicadores de qualidade do solo e sua determinação. Interação entre indicadores físicos de qualidade do solo e o crescimento de plantas. Interação entre indicadores físicos, químicos e biológicos de qualidade do solo. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Aprofundar os conhecimentos relativos a utilização dos atributos físicos do solo como parâmetros para a avaliação da qualidade dos solos quando conduzidos sob diferentes tipos de uso e sistemas de manejo, bem como fator condicionante da sustentabilidade dos agroecossistemas quando utilizados isoladamente ou relacionados a outros atributos do solo. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
ARAÚJO E. A. Indicadores físicos de qualidade do solo: ênfase para solos tropicais. Rio Branco: Ed. do Autor, 2011. VAN LIER, Q. Física do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. Viçosa. 1Ed. 2010. 298p TEIXEIRA, P. C.; DONAGEMMA, G. K.; FONTANA, A.; TEIXEIRA, W. G. Manual de métodos de análise de solo. 3. ed. rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa, 2017. 576p. REICHARDT, K.; TOMM, L. C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2004. 478 p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. São Paulo: Ceres, 1979. 262 p. BRADY, N. AND WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 14ed. Prentice Hall, New Jersey. 1999, 2001 ou 2008. KLEIN, V. A. Física do Solo. 1. ed. Passo Fundo: EDIUPF, 2008. v. 1. 212 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
CRÉDITOS |
HORAS |
|
GCA658 |
Manejo Integrado de Pragas |
3 |
45 |
|
EMENTA |
|||
|
O que é manejo integrado de pragas? Reconhecimento de insetos praga de culturas anuais; Reconhecimento de insetos praga de culturas perenes; Reconhecimento de insetos praga de culturas frutíferas de importância econômica para a agricultura familiar; Principais tipos de controle de insetos praga com ênfase em controle biológico; Tópicos atuais em manejo integrado de pragas. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Aprofundar a discussão sobre tópicos especiais em manejo integrado de pragas focando a produção sustentável, buscando principalmente implantas novos métodos de controle de insetos-praga. Compreender os princípios e discutir os diversos fatores técnicos, ambientais, econômicos e socioculturais relacionados com a ocorrência de insetos-praga em plantas cultivadas. Analisar e discutir os diversos tipos de injúrias e formas de controle. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BUZZI, Z. J. Entomologia Didática. 5ª ed. Curitiba: UFPR, 2010, 535p. MARCONDES, C. B. Entomologia Médico-Veterinária. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2011, 526p. TRIPLEHORN, C. A.; JONNSON, N. F. Estudo de insetos. São Paulo: Cengage Learning, 2016, 761p. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R. P. L.; BATISTA, G. C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J. R. P.; ZUCCHI, R. A.; ALVES, S. B.; VENDRAMIN, J. K.; MARCHINI, L. C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002, 920 p. GULLAN, P. J. & CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia. 4ª Ed. São Paulo: Roca, 2012. 492 p. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GCA675 |
Ecofisiologia da produção de sementes |
03 |
45h |
|
EMENTA |
|||
|
Definições e conceitos gerais sobre agroclimatologia, fisiologia e ecofisiologia; Aspectos gerais do cultivo de plantas para produção de sementes; Interações e respostas fisiológicas de plantas produtoras de sementes em relação aos fatores e elementos climáticos; o efeito das adversidades climáticas na produção de sementes; relação do ambiente de cultivo com a pós-colheita de sementes e o desempenho das sementes. Semente, plantabilidade, ecofisiologia do estabelecimento e desenvolvimento; Qualidade de sementes e deterioração em relação ao ambiente. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Apresentar aos acadêmicos as relações entre as variáveis ambientais e a produção de sementes, observando as interações e respostas fisiológicas de plantas produtoras de sementes em relação aos fatores e elementos climáticos. Bem como, relacionar fatores adversos climáticos à qualidade na produção de sementes. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
AYOADE, I. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 1998. CASTRO, P. R. C.; KLUGE, R. A. Ecofisiologia de cultivos anuais. Nobel, 1999. 126 p. FLOSS, E. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: Editora da UPF, 2011. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed. 5a ed. 2013. 820p. PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia - fundamentos e aplicações práticas. Livraria e Editora Agropecuária, 2002. 478 p. BERGAMASCHI, H.; BERGONCI, J. I.. As Plantas e o Clima: Princípios e Aplicações. 352p. 2017. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Meteorologia Agrícola (LCE 306) – Apostila Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Universidade de São Paulo. Piracicaba, 2000. MONTEIRO, J.E.B.. Agrometeorologia dos cultivos: O fator meteorológico na produção agrícola. 530. 2009. MARIN, F.R.. Microclimatologia agrícola: introdução biofísica da relação planta-atmosfera. 263p. 2021. |
|||
|
Código |
COMPONENTE CURRICULAR |
Créditos |
Horas |
|
GLA213 |
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS |
04 |
60 |
|
EMENTA |
|||
|
Visão contemporânea da inclusão na área da surdez e legislação brasileira. Cultura e identidade da pessoa surda. Tecnologias voltadas para a surdez. História da Língua Brasileira de Sinais. Breve introdução aos aspectos clínicos e socioantropológicos da surdez. Aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais. Diálogo e conversação. |
|||
|
OBJETIVO |
|||
|
Conhecer a língua brasileira de sinais, a fim de instrumentalizar para atuação profissional inclusiva. |
|||
|
REFERÊNCIAS BÁSICAS |
|||
|
BRASIL. Decreto 5.626/05. Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005. QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. __________________________. Educação de surdos. A Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997. |
|||
|
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES |
|||
|
BRASIL. Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 – regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Brasília, 2010. BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina (Ed). Novo Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira baseado em Linguística e Neurociências cognitivas. São Paulo: EDUSP: Inep, CNPq, CAPES, 2012. GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. LOPES, Maura Corcini; MENEZES, Eliana da Costa Pereira de. Inclusão de alunos surdos na escola regular. In: Cadernos de Educação. Pelotas: v. 36, Maio/Ago. 2010. LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2007. QUADROS, Ronice Müller de. Aquisição das línguas de sinais. In: Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2009. SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. SANTANA, Ana Paula; BERGAMO, Alexandre. Cultura e identidade surdas: encruzilhada de lutas sociais e teóricas. In: Educação & Sociedade. V. 26, n. 91. Maio/Ago. 2005. VIEIRA-MACHADO, Lucyenne Matos da Costa; LOPES, Maura Corcini. Educação de Surdos: políticas, Língua de Sinais, Comunidade e Cultura Surda. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2010. |
|||
Data do ato: Chapecó-SC, 22 de maio de 2026.
Data de publicação: 22 de maio de 2026.
Marco Aurelio Tramontin da Silva
Coordenador do Curso de Graduação em Agronomia (Bacharelado) do Campus Chapecó (emec 1120217)