RESOLUÇÃO Nº 18/CG AGRB CH/UFFS/2026

Estabelece a inserção de Componentes Optativos no Projeto Pedagógico do curso de Agronomia – Bacharelado, Campus Chapecó, versão 2023.

A Coordenação do Curso de Graduação em Agronomia – Bacharelado, Campus Chapecó, da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, no uso de suas atribuições legais, considerando:

a) os Artigos 52 a 55 do Anexo I da Resolução nº 40/CGAE/CONSUNI/2022, de 12 de dezembro de 2022, Regulamento da Graduação da UFFS;

b) a Decisão do colegiado do curso registrada na Ata nº 1 sessão Ordinária do dia 13 de março de 2026.


RESOLVE:

Art. 1º Incluir Componentes Curriculares no rol de CCRs na Estrutura Curricular 2023, do Curso de Agronomia, conforme quadro abaixo:

 

Componentes curriculares optativos

Ordem

Código

Componente curricular

Horas

Pré-requisitos

141

GCA310

Correntes da agricultura

30

 

142

GEN189

Topografia Aplicada

45

39

143

GCA292

Informática aplicada na experimentação agrícola

45

28

144

GCA313

Permacultura

30

41, 45

145

GCA314

Fisiologia pós colheita

30

22

146

GCA316

Plantas medicinais

45

13, 22

147

GEN190

Recursos naturais e energias renováveis

45

10

148

GCA141

Manejo ecológico de pragas e doenças

30

37

149

GEN211

Modelagem em sistemas de produção

45

20

150

GCA297

Avaliações e perícias rurais

30

 

151

GCA323

Bovinocultura de Corte

45

18

152

GCA324

Tópicos em Pós-colheita

45

 

153

GCA325

Tópicos em fruticultura

30

59

154

GCA317

Tópicos especiais olericultura

30

62

155

GEN210

Planejamento e Gestão de recursos hídricos

45

 

156

GEX133

Química orgânica

45

 

157

GLA045

Língua brasileira de sinais (Libras)

60

 

158

GCA318

Ovinocultura e caprinocultura

45

16, 18

159

GCA207

Solos e meio ambiente

45

 

161

GCA319

Bioquímica de plantas

45

14

162

GCA320

Bioquímica ecológica de plantas

45

14

163

GCA206

Bioquímica Agropecuária

45

14

164

GCS317

Desenho técnico auxiliado pelo computador

30

15

165

GCB251

Biologia Celular e tecidual

60

 

166

GCA426

Tópicos em Agronomia I

45

 

167

GCA427

Tópicos em Agronomia II

45

 

168

GCA584

Tópicos em Agronomia IV

30

 

170

GCA585

Tópicos em Agronomia V

30

 

171

GCA586

Tópicos em Agronomia VI

45

 

172

GCA587

Tópicos em Agronomia VII

45

 

173

GCA588

Tópicos em Agronomia VIII

45

 

174

GCA589

Tópicos em Agronomia IX

60

 

175

GCA590

Tópicos em Agronomia X

60

 

176

GCA646

Adversidades climáticas e desenvolvimento vegetal

45

31

177

GCA647

Plantas e compostos bioativos

45

 

178

GCA648

Fruticultura Especial

60

59

179

GCA649

Identificação de espécies vegetais

30

13

180

GCA650

Restauração Ecológica

45

02

181

GCA651

Origem, domesticação, coleta e conservação de germoplasma vegetal.

60

02; 05

182

GCA652

Toxicologia de alimentos e rações

60

14

183

GCA653

Culturas especiais

45

 

184

GCA654

Tópicos em horticultura sustentável

45

22

185

GCA655

Introdução à poluição do solo

45

19; 29

186

GCA656

Indicadores Químicos e Biológicos de Qualidade do Solo e do Ambiente

60

29; 38

187

GCA657

Avaliação da qualidade física do solo

60

19

188

GCA658

Manejo Integrado de Pragas

45

37

189

GCA675

Ecofisiologia da produção de sementes

45

 

190

GLA213

Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS

60

 

 

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, tendo em vista o disposto no parágrafo único do Art. 4º do Decreto nº 10.139/2019.




MARCO AURÉLIO TRAMONTIN DA SILVA

Coordenador do Curso de Graduação em Agronomia – Bacharelado do Campus Chapecó


Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA310

CORRENTES DA AGRICULTURA

2

30

EMENTA

Introdução geral. Agricultura convencional: princípios e fundamentos. Agricultura biodinâmica e pensamento antroposófico. Agricultura orgânica: princípios e legado da teoria humanista. Agricultura natural: teoria e prática da filosofia verde. Agricultura biológica. Agricultura alternativa: da crise energética a novas formas de fazer agricultura. Agricultura agroecológica. Permacultura e os agroecossistemas sustentáveis. Agricultura orgânica moderna. Agricultura sustentável.

OBJETIVO

Conhecer os fundamentos e os princípios das correntes da agricultura, contextualizando-as historicamente e localizando geograficamente os espaços onde se iniciaram e se constituíram com mais força. Promover o domínio teórico dos fundamentos das principais correntes da agricultura no mundo.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALTIERI, M. Agroecologia - dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 5. ed. Porto Alegre: Ed UFRGS, 2009.

AMBROSANO, E. Agricultura ecológica. São Paulo: Editora agropecuária, 1999.

CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos - teoria da trofobiose. Trad. Maria José Guazzelli. Porto Alegre: L&PM, 1987.

EHLERS, E. M. Agricultura Sustentável: origens e perpectivas de um novo paradigma. 2. ed. Guaíba: Agropecuária, 1999. 157 p.

FUKUOKA, M. Agricultura Natural - teoria e prática da filosofia verde. Trad. Hiroshi Séo e Ivna Wanderley Maia. São Paulo: Nobel, 1995.

HOWARD, A. Um testamento agrícola. Trad. Eli Lino de Jesus. São Paulo: Expressão Popular, 2007. 360 p.

KHATOUNIAN, C. A. A Reconstrução Ecológica da Agricultura. Botucatu: Ed. Agroecológica, 2001.

STEINER, R. Fundamentos da agricultura biodinâmica - vida nova para a terra. Trad. Gerard Bannward. São Paulo: Antroposófica, 1993.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CANUTO, J. C.; COSTABEBER, J. A. (Org.). Agroecologia: conquistando a soberania alimentar. Porto Alegre: EMATER/ASCAR, 2004.

CARVALHO M. M.; XAVIER, D. F. Sistemas silvipastoris para recuperação e desenvolvimentos de pastagens. In: AQUINO, A. M.; ASSIS, R. L. Agroecologia princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. Brasília, DF: Embrapa informação tecnológica, 2005.

GLIESSSMAN, S. R. Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2000.

KOEPF, H. H.; SHAUMANN, W.; PETERSSON, B. D. Agricultura Biodinâmica. Trad. Andréas R. Loewens e Ursula Szajewski. São Paulo: Nobel, 1983.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GEN189

TOPOGRAFIA APLICADA

3

45

EMENTA

Levantamento planimétrico por irradiação e caminhamento perimétrico: prática de campo com estação total, uso de softwares topográficos, planta  e memorial descritivo.

Levantamentos altimétricos com níveis eletrônicos e estação total: prática de campo, uso de softwares topográficos, planta planialtimétrica e perfil.

OBJETIVO

Capacitar os alunos na execução de levantamentos planimétricos e altimétricos com uso de estação total, níveis eletrônicos e uso de softwares.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ESPARTEL, L. Curso de topografia. Porto Alegre: Globo, 1973. 655 p.

GARCIA. G. J.; PIEDADE, G. C. Topografia aplicada às ciências agrárias. São Paulo: Nobel, 1989. 256 p.

LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea, planimetria. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2000.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BORGES, A. C. Topografia. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1997. v. 1 e 2.

COMASTRI, J. A. Topografia. Planimetria. 2. ed. Universidade Federal de Viçosa, Imprensa Universitária UFV, 1999.

COMASTRI, J. A.; TULER, J. C. Topografia. Altimetria. 2. ed. Universidade Federal de Viçosa, Imprensa Universitária UFV, 1999.

PARADA, M. de O. Elementos de Topografia: Manual Prático e Teórico de Medições e Demarcações de Terra. Editora Blucher, 1992.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA292

INFORMÁTICA APLICADA NA EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA

3

45

EMENTA

Recordar conceitos da experimentação agrícola, como variáveis qualitativas e quantitativas; representação tabular e gráfica; aplicação de testes estatísticos utilizando-se pacote estatístico informatizado.

OBJETIVO

Capacitar o acadêmico a compreender a importância da análise estatística utilizando pacotes computacionais e interpretando os resultados de pesquisa, habilitando-se a planejar e executar trabalhos de pesquisa, apresentando as ideias elementares de Estatística sobre organização de dados em tabelas e gráficos; descrição dos resultados experimentais na fundamentação das recomendações agronômicas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação agrícola. 3. ed. Jaboticabal: FUNEP, 1995. 247 p.

NUNES, R. P. Métodos para a pesquisa agronômica. Fortaleza: UFC/Centro de Ciências Agrárias, 1998. 564 p.

SCHWAAB, M.; PINTO, J. C. Análises de dados experimentais. Planejamento de experimentos. Rio de Janeiro: E-papers, 2011. 514 p. v. 1 e 2.

VIEIRA, S. Estatística Experimental. 2. ed. São Paulo: Atlas. 1999.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ALTHAUS, R. A.; CANTERI, M. G.; GIGLIOTI, E. A. Tecnologia da informação aplicada ao agronegócio e ciências ambientais: sistema para análise e separação de médias pelos métodos de Duncan, Tukey e Scott-Knott (SASM – AGRI, versão 3.2.4). Anais. X Encontro Anual de Iniciação Científica, Parte 1, Ponta Grossa, p. 280-281, 2001.

FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed. Maceió: EDUFAL, 2000.

MACHADO, A.; CONCEIÇÃO, A. R. Programa estatístico WinStat – Sistema de Análise Estatístico para Windows, versão 2.0. Pelotas-RS, 2005.

SILVA, F. de A. S. Assistat: versão 7.5 beta. Campina Grande/PB: UAEG-CTRN-UFCG, 2008. (Registro INPI 0004051-2, distribuição gratuita).



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA313

PERMACULTURA

2

30

EMENTA

Conceitos de agroecologia. Conceito, origem, histórico e ética da Permacultura. Fundamentos e termos utilizados. Princípios ecológicos. Bases para elaboração de projetos sustentáveis. Dinâmica dos sistemas naturais. Metodologia para planejamento energético de ambientes humanos. Padrões naturais, florestas, animais, solos. Design permacultural.

OBJETIVO

Tornar-se apto a desenvolver projetos permaculturais em vista da sustentabilidade da agricultura.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FRANCISCO NETO, J. Manual de Horticultura Ecológica. Auto-suficiência em Pequenos Espaços. Ed. Nobel, 1995.

FUKUOKA, M. Agricultura Natural: Teoria e Prática da Filosofia Verde. São Paulo: Ed. Nobel, 1995.

MOLLISON, B. Permacultura: Designers Manual. Austrália: Ed. Tagari, 1999.

MOLLISON, B.; SLAY, R. M. Introdução a Permacultura. Brasília, DF: MA/SDR/PNF, 1998.

PRIMAVESI, A. Agroecologia, Ecosfera, Tecnologia e Agricultura. São Paulo: Ed. Nobel, 1997.

VIVAM, J. Agricultura e Florestas: Princípios de Uma Interação Vital. Rio de Janeiro: Editora Agropecuária, 1998.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

GLIESSMAN, S. Agroecologia: Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável.
UFRGS, 2000.

LEGAN, Lucie. A escola sustentável – Eco-Alfabetizando pelo ambiente. 2. ed. atual. e rev. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Pirenópolis-GO: Ecocentro IPEC, 2007.

MINKE, Gernot. Techos VerdesPlanificación, ejecucion, concejos prácticos. Montevideo: Editorial Fin de Siglo, 2004.

REIJNTJES, C.; HAVERKORT, B.; WALTER-BAYER, A. Agricultura para o Futuro. Uma Introdução a Agricultura Sustentável e de baixo uso de insumo. AS-PTARJ, 1999.

VAN LENGEN, Johan. Manual do Arquiteto Descalço. Rio de Janeiro: Casa do Sonho, 2008.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA314

FISIOLOGIA PÓS-COLHEITA

2

30

EMENTA

Estudo dos processos fisiológicos de maturação e senescência de produtos vegetais. Fatores ambientais e fisiológicos que afetam a qualidade pós-colheita. Distúrbios fisiológicos e fatores bióticos que afetam a qualidade dos produtos vegetais na pós-colheita e no armazenamento. Princípios físicos, processos e métodos empregados no armazenamento de produtos vegetais.

OBJETIVO

Estudar as principais modificações que ocorrem nas características físicas e composição química de frutos e hortaliças. Principais problemas relacionados à colheita, manipulação e transporte. Aspectos relacionados às perdas, amadurecimento, embalagem e conservação dos produtos destinados a comercialização.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-colheita de frutos e hortaliças. Lavras: Fundação de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão, 1990. 543 p.

CORTEZ, L. A. B.; HONÓRIO, S. L.; MORETTI, C. L. Resfriamento de frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2002. 425 p.

GOODWIN, T. W.; MERCER, E. I. Introduction to plant biochemistry. 2. ed. New York: Oxford, 1983. 677 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KADER, A. A. et al. Modified atmospheres: an indexed reference list with emphasis on horticultural commodities. California: Univ. Calif., 1997. 67 p.

LUENGO, R. A.; CALBO, A. G. Armazenamento de hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2001. 242 p.

SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. et al. Embalagens plásticas flexíveis: principais polímeros e avaliação de propriedades. Campinas: CETEA/ITAL, 2002. 267 p.

STOECKER, W. F.; JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher LTDA, 2002.

THOMPSON, A. K. Controlled Atmosphere Storage of fruits and Vegetables. Wallingford: CAB International, 1998. 278 p.

THOMPSON, J. F. et al. Commercial cooling of fruits, vegetables, and flowers. California: University of California, Division of agriculture and natural science, 1998. 61 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA316

PLANTAS MEDICINAIS

3

45

EMENTA

Histórico do uso das plantas medicinais e importância deste uso na atualidade. Conhecimento científico e identificação correta das plantas medicinais. Metabólitos secundários de interesse; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio ativo; cultivo de plantas medicinais (plantio, tratos culturais, colheita, outros); secagem e armazenagem; utilização de plantas medicinais (dose, toxicidade, modo de preparo). Tópicos atuais em plantas medicinais.

OBJETIVO

Resgatar e preservar os conhecimentos populares sobre o uso de plantas medicinais, associando-o às indicações obtidas em resultados científicos. Conhecer os fatores bióticos e abióticos que influenciam na qualidade e quantidade dos princípios ativos. Identificar corretamente as plantas medicinais, conhecendo os seus compostos ativos e as suas aplicações. Estudar as técnicas de cultivo, colheita e armazenagem, visando à preservação dos compostos ativos das plantas. Projetar uma horta com plantas medicinais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CARVALHO, A. F. Ervas e Temperos - Cultivo, Processamento e Receitas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002.

CHANTAL de RUDDER, E. A. M. Guia das Plantas Medicinais. Tradução Luiza Maria F. Rodrigues, Monique Aron Chiarella e Nadir de Salles Penteado. São Paulo: Riddel, 2002.

DUNIAU, M. C. M. Plantas medicinais: da magia à ciência. Editora Brasport, 2003. 150 p.

MATOS, J. K. A. Plantas medicinais: aspectos agronômicos. Brasília: Gutemberg, 1996. v. 1. 51 p.

SILVA, A. G. et al. Plantas medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular. Brasília: Embrapa, 2009. 264 p.

SILVA, F. da; CASALI, V. W. D. Plantas Medicinais e aromáticas: Pós-Colheita e Óleos Essenciais. Viçosa-MG: UFV, DFT, 2000. 135 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CARIBÉ, J.; CAMPOS, J. M. Plantas que ajudam o homem. São Paulo: Editora Pensamentos Ltda, 1995.

FURLAN, M. R. Ervas e temperos: cultivo e comercialização. Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998. 128 p.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2. ed. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. 544 p.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora UFRGS/Editora UFSC, 2003.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GEN190

RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS

3

45

EMENTA

Interações entre o homem e seu ambiente natural ou construído, principalmente o rural. Recursos naturais como energia. Fontes alternativas e renováveis de energia. Diagnósticos energéticos. Gestão energética. Energias renováveis hídricas, solares, da biomassa e eólicas. As políticas energéticas concernentes às energias renováveis no mundo e no Brasil. Assuntos atuais em recursos naturais e energias renováveis.

OBJETIVO

Discutir os diferentes aspectos que envolvem questões ambientais. Desenvolver uma atitude responsável e ética na atuação profissional em relação ao meio ambiente através do desenvolvimento da consciência ecológica. Formar uma visão crítica sobre os problemas ambientais. Analisar as tecnologias energéticas que permitem a minimização de impactos ambientais. Estudar o uso de fontes renováveis de energia, o gerenciamento do uso da energia, e as tecnologias mais eficientes.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BRAGA, B.; HESPANHOL, B.; CONEJO, J. G. L.; BARROS, M. T. L.; SPENCER, M.; PORTO, M.; NUCCI, N.; JULIANO, N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 305 p.

BRASIL. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA. Biomassa e Energias Renováveis na Agricultura, Pescas e Florestas. Brasília, DF, 2005. 92 p.

COLLARES, M. Energias renováveis. Lisboa: SPS, 1998.

ROCHA, J. C. Introdução a Química Ambiental. Porto Alegre: Editora Bookman, 2004.

TRIGUEIRO, A. Meio Ambiente no Século 21. Rio de Janeiro: Editora GMT, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus, 2004.

MANO, E. B. et al. Meio ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA141

MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS E DOENÇAS

2

30

EMENTA

Histórico, conceito e definições. Agentes de controle. Produção massal e aplicação de agentes de controle ecológico. Integração dos diversos métodos de controle. Métodos físicos e culturais (modo de ação e integração) para o controle de patógenos na agroecologia. Epidemiologia de doenças de plantas. Fisiologia do parasitismo. Princípios gerais de controle. Preparo e uso de caldas e extratos. Controles alternativos. Pós de rocha, biocompostos, biofertilizantes. Estudo de casos. Assuntos atuais em controle ecológico. Métodos de controle ecológico de pragas e doenças em animais. Homeopatia e fitoterapia na produção animal.

OBJETIVO

Compreender as vantagens – tanto econômicas e ambientais quanto aquelas ligadas à segurança alimentar – de técnicas de controle ecológico de pragas e doenças, tornando-se agente difusor desta ciência.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALTIERI, M. A.; SILVA, E. N.; NICHOLLS, C. I. O papel da biodiversidade no Manejo de Pragas. Ribeirão Preto: Editora Holos, 2003. 65 p.

ARENALES, M. C. Homeopatia em gado de corte. In: I Conferência Virtual Global sobre Produção Orgânica de Bovinos de Corte. Anais. EMBRAPA, 2002

BUENO, V. H. P. Controle Biológico de Pragas – Produção Massal e Controle de Qualidade. Lavras: UFLA, 2000.

BURG, I. C.; MAYER, P. H. Alternativas ecológicas para prevenção e controle de pragas e doenças. Francisco Beltrão: GRAFIT, 2009.

CROCOMO, W. B. Manejo integrado de pragas. São Paulo: CETESB, 1990. 358 p.

I CONFERÊNCIA VIRTUAL GLOBAL SOBRE PRODUÇÃO ORGÂNICA DE BOVINOS DE CORTE. Anais. Universidade do Contestado Concórdia - SC/Embrapa Pantanal - Corumbá – MS, 2002.

MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle Biológico. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente, 2000. v. 1, 2 e 3.

SÃO PAULO. SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO. Conceitos e Técnicas do Manejo Integrado de Pragas e Doenças das Culturas. São Paulo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento, 1999. v. 1.

ZAMBOLIM, L. Manejo Integrado de pragas e doença. Viçosa: UFV, 1999. 146 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BETTIOL, W. Controle biológico de doenças de plantas. Jaguariúna-SP: EMBRAPA-CNPDA, 1991. 388 p.

CORREÊA-FERREIRA, B. S.; BENTO, J. M. Controle Biológico no Brasil. São Paulo: Editora Manole, 2002. 635 p.

GALLO, D. et al. Manual de Entomologia Agrícola. São Paulo: Editora Agronômica CERES Ltda, 1988. 272 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GEN211

MODELAGEM DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO

3

45

EMENTA

A modelagem na abordagem sistêmica da agricultura. Tipos de modelos. Ferramentas matemáticas para a elaboração de modelos. Modelos de programação matemática. A modelagem de unidades de produção e de seus componentes. Modelos deterministas. Modelagem da incerteza. Modelos de apoio à decisão de agricultores baseados na programação matemática.

OBJETIVO

Utilizar ferramentas formais para a análise e o planejamento de atividades agropecuárias, a partir de uma abordagem sistêmica da agricultura.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANDRADE, L. E. de. Introdução à Pesquisa Operacional. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

PUCCINI, A. de; PIZZOLATO, N. D. Programação Linear. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

SILVA NETO, B.; OLIVEIRA, A. de. Modelagem e Planejamento de Sistemas de Produção Agropecuária. Ijuí: Ed. UNIJUI, 2008.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BERTALANFFY, L. Teoria Geral dos Sistemas. Fundamentos, desenvolvimento e aplicações. Petrópolis: Ed. Vozes, 2008.

DUFUMIER, M. Projetos de desenvolvimento agrícola. Manual para especialistas. Salvador: EDUFBA, 2007.

MOTTA, D. M. da; SCHMITZ, H.; VASCONCELOS, H. E. (Org.). Agricultura familiar e abordagem sistêmica. Aracaju: Sociedade Brasileira de Sistemas de Produção, 2005.

PRIGOGINE, I.; STENGERS, I. A nova aliança: metamorfose da ciência. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 1997.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA297

AVALIAÇÕES E PERÍCIAS RURAIS

2

30

EMENTA

Perícias no âmbito da Agronomia. Legislação e Ações judiciais no âmbito da Agronomia Instrumentos do perito. Procedimento pericial. Avaliação de bens rurais. Elaboração de laudo pericial.

OBJETIVO

Tornar-se capacitado para atuar na área de Avaliações e Perícias de Imóveis Rurais, emitindo laudos de avaliação e vistorias e tratando de questões como registro de imóveis, avaliações para fins de garantias e partilhas, divisões de áreas, avaliações de benfeitorias, máquinas, equipamentos e culturas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALMEIDA, J. R. Perícia ambiental, judicial e securitária: impacto, dano e passivo ambiental. 1. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: Thex, 2008.

CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e perícia ambiental. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2009.

DAUDT, C. D. L. Metodologia dos diferenciais agronômicos na vistoria e avaliação do imóvel rural. Porto Alegre: CREA/RS, 1996.

MAIA NETO, F. Roteiro prático de avaliações e perícias judiciais. Belo Horizonte: Del Rei, 1997.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8799: avaliação de Imóveis Rurais. São Paulo, 1985.

SALDANHA, M. S.; ARANTES, C. A. Avaliação de imóveis rurais. São Paulo: Leud, 2009.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA323

BOVINOCULTURA DE CORTE

3

45

EMENTA

Contextualização da bovinocultura de corte. Etologia e bem-estar. Raças, seleção, cruzamentos e melhoramento genético. Instalações, equipamentos, manejo alimentar, morfofisiologia do sistema reprodutivo e manejo reprodutivo, manejo sanitário e profilaxia. Manejo das fases de criação. Avaliação do desempenho zootécnico, econômico, ambiental e social. Planejamento e gestão da produção.

OBJETIVO

Capacitar o aluno a planejar, avaliar, orientar e gerir sistemas de criação de bovinos de corte segundo as formas de produção e nas suas diversas fases de criação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BARCELLOS, J. O. J. et al. Bovinocultura de corte: Cadeia produtiva e sistemas de produção. Agrolivros, 2011. 256 p.

OLIVEIRA, L. R.; BARBOSA, M. A. A. F. (Org.). Bovinocultura de corte: desafios e tecnologias. Salvador: EDUFBA, 2007. 509 p.

PIRES, A. V. Bovinocultura de Corte. Piracicaba: FEALQ, 2010. 1510 p. v. 1 e 2.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BAÉTA, F. da C.; SOUZA, C. de F. Ambiência em edificações rurais: Conforto animal. Viçosa: ed.UFV, 2010. 269 p.

LANA, R. de P. Sistema Viçosa de formulação de rações. Viçosa: Ed. UFV, 2007. 91 p.

QUEIROZ, S. A. de. Introdução ao Melhoramento Genético de Bovinos de Corte. Agrolivros, 2012. 152 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA324

TÓPICOS EM PÓS-COLHEITA

3

45

EMENTA

Principais fungos de pós-colheita e micotoxinas, roedores, padrões de qualidade, técnicas de aeração, fatores de acidente em unidades armazenadoras, projeto de unidade de armazenagem familiar para grãos e sementes. Princípios físicos, processos e métodos empregados no armazenamento de frutas e hortaliças. Aulas práticas e visitas técnicas à unidades de produção familiar. Tópicos atuais.

OBJETIVOS

Conhecer os principais fungos de armazenagem, fatores que favorecem a ocorrência, importância, métodos de minimizar o desenvolvimento e a importância das micotoxinas produzidas no contexto da armazenagem familiar. Estudar os principais roedores e seus métodos de controle na armazenagem de grãos e sementes. Verificar os principais padrões de qualidades dos produtos armazenados. Conhecer as principais técnicas de aeração de grãos e sementes. Desenvolver um projeto para construção de uma unidade de armazenagem de grãos e sementes para a agricultura familiar.

Identificar processos e métodos a serem empregados no armazenamento de frutas e hortaliças.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANAD, M. Fisiologia pós-colheita de frutos. São Paulo: Nobel, 1993.

CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças: Fisiologia e Manuseio. 2. ed. rev. e ampl. Lavras: Editora UFLA, 2005. 785 p.

CORTEZ, L. A. B.; HONÓRIO, S. L.; MORETTI, C. L. Resfriamento de frutas e hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2002. 425 p.

LOECK, A. E. Pragas de produtos armazenados. Pelotas: EGUFPel, 2002. 113 p.

LORINI, I.; MIIKE, L. H.; SCUSSEL, V. M. Armazenagem de grãos. Campinas: IBG, 2002. 1000 p.

LUENGO, R. A.; CALBO, A. G. Armazenamento de hortaliças. Brasília: Embrapa Hortaliças, 2001. 242 p.

MILMAN, M. J. Equipamentos para pré-processamento de grãos. Pelotas: EGUFPel, 2002. 206 p.

NEVES, L. C. Manual pós-colheita da fruticultura brasileira. Londrina: EDUEL - Editora da Universidade Estadual de Londrina, 2009. 494 p.

SCUSSEL, V. M. Atualidades em micotoxinas e armazenagem de grãos. Florianópolis: VMS, 2000. 382 p.

SILVA, J. S. Secagem e armazenagem de produtos agrícolas. Viçosa: Editora Aprenda Fácil, 2000. 502 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MARTINS, R. R. Secagem intermitente com fluxo cruzado e altas temperaturas e sua influência na qualidade do trigo duro. Porto Alegre: Emater-RS, 1998. 52 p.

MARTINS, R. R.; FRANCO, J. B. da R.; OLIVEIRA, P. A. V. Tecnologia de secagem de grãos. Passo Fundo: EmbrapaTrigo/Emater-RS, 1999. 90 p.

PORTELLA, J. A.; EICHELBERGER, L. Secagem de grãos. Passo Fundo: EmbrapaTrigo, 2001. 194 p.

ROVERI JOSÉ, S. C. B.; PINHO, E. V. R. V.; FRANCO DA ROSA, S. D. V. Secagem de sementes: processo, métodos e influência na qualidade fisiológica. Lavras: UFLA, 2002. 86 p.

SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. et al. Embalagens plásticas flexíveis: principais polímeros e avaliação de propriedades. Campinas: CETEA/ITAL, 2002. 267 p.

STOECKER, W. F.; JABARDO, J. M. S. Refrigeração industrial. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher LTDA, 2002.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA325

TÓPICOS ESPECIAIS EM FRUTICULTURA

2

30

EMENTA

Culturas frutíferas de importância econômica para a agricultura familiar. Novas espécies frutíferas. Aspectos gerais e específicos de instalação e manejo do pomar agroecológico. Sistemas de classificação e embalagem; Associações e certificação para produtos agroecológicos. Frutíferas com ênfase ao maracujazeiro, abacaxizeiro, kiwizeiro, caquizeiro, pequenos frutos (moranguinho, framboesa, mirtilo, amora), goiabeira e mirtáceas nativas. Tópicos atuais em fruticultura.

OBJETIVO

Aprofundar a discussão sobre tópicos especiais em fruticultura voltada para a produção sustentável, buscando principalmente implantar novas espécies de frutíferas para a agricultura familiar.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FABICHAK, I. O pomar caseiro. São Paulo: Nobel, 1986. 83 p.

FACHINELLO, J. C.; HERTER, F. G. Normas para produção integrada de frutas de caroço (PIFC). Pelotas: Ed. EMBRAPA - Clima Temperado, 2001. 46 p.

FACHINELLO, J. C.; HOFFMANN, A.; NACHTIGAL, J. C. et al. Propagação de plantas frutíferas de clima temperado. Pelotas: Editora e Gráfica da UFPel, 1994. 179 p.

FACHINELLO, J. C.; NACHTIGAL, J. C.; KERSTEN, E. Fruticultura - fundamentos e práticas. Pelotas: Editora Universitária (Ufpel), 1996. 311 p.

GIACOMELLI, E. J.; PY, C. O abacaxi no Brasil. Campinas: CARGILL, 1981. 101 p.

ITAL. Maracujá. Campinas-SP: ITAL, 1994. 267 p.

LORENZI, H. et al. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas: (para consumo in natura). São Paulo: Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006.

MANICA, I. et al. Fruticultura tropical 6. Goiaba. Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 2000. 374 p.

MARTINS, F. P.; PEREIRA, F. M. A cultura do caquizeiro. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1989. 71 p.

PEREIRA, F. M. A cultura da figueira. Piracicaba: Livroceres, 1981. 73 p.

REBELO, J. A.; BALARDIN, R. S. A cultura do morangueiro. Florianópolis: EMPASC, 1989.

RUGGIERO, C. Cultura do Maracujazeiro. Ribeirão Preto: Ed. Legis Summa, 1987. 250 p.

SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ALVES, E. J. A cultura da Banana: aspectos técnicos, sócio-econômicos e agroindustriais. 2. ed. rev. Brasília: Embrapa-SPI/Cruz das Almas, Embrapa-CNPMF, 1999.

KOLLER, O. C. Abacaticultura. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 1984. 138 p.

MANICA, I. Fruticultura em pomar doméstico: planejamento, formação e cuidados. Porto Alegre: Rigel, 1993. 143 p.

PROTAS, J. F. S.; SANHUEZA, R. M. V. Produção Integrada de Frutas: O Caso da Maçã no Brasil. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2003. 129 p.

RASEIRA, M. C. B.; RASEIRA, A. Contribuição ao estudo do araçazeiro. Pelotas: EMBRAPA CNPACT, 1996. 95 p.

RUGGIERO, C. Mamão. Jaboticabal: FUNEP/UNESP, 1988. 428 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA317

TÓPICOS ESPECIAIS OLERICULTURA

2

30

EMENTA

Olericultura e importância econômica para a agricultura familiar. Novas espécies em olericultura. Aspectos gerais e específicos de instalação e manejo de hortas agroecológicas; Sistemas de classificação e embalagem. Associações e certificação para produtos agroecológicos.

OBJETIVO

Adquirir conhecimento para a elaboração e condução de projetos e técnicas olerícolas economicamente viáveis, podendo representar uma excelente fonte de renda, principalmente para pequenas propriedades rurais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CERQUEIRA, J. M. C. Hortofloricultura. Lisboa: Popular Franciscol Franco, 1986.

FILGUEIRA, F. A. R. ABC da olericultura: guia da pequena horta. São Paulo: Agronomica Ceres, 1987. 164 p.

FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura: cultura e comercialização de hortaliças. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981.

FILGUEIRA, Fernando Antonio Reis. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2. ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV, 2003. 412 p. ISBN 8572690654.

FONTES, Paulo Cezar Rezende. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 486 p. ISBN 8572690654.

SILVA, A. C. F.; DELLA, B. E. Cultive uma horta e um pomar orgânico: sementes e mudas para preservar a biodiversidade. Florianópolis: Epagri, 2009. 319 p.

VILLALOBOS, J. U. G. Agricultura e assentamentos. Maringá: UEM, 2000. 165 p. ISBN 8587884077.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

FRANCISCO, N. J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. São Paulo: Nobel, 1995. 141 p. ISBN 8521308256.

LOPES, C. A; EMBRAPA HORTALIÇAS. A Cultura da batata. Brasília, DF: EMBRAPA, 1999. 187 p.

LORENZI, Harri; SOUZA, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3. ed. Nova Odessa-SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2001. ISBN 8586714127.

VAUGHAN, J. G.; GEISSLER, Catherine Alison. The Oxford book of food plants. Oxford: Oxford Universiry Press, 1997. 239 p. ISBN 0198548257.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GEN210

PLANEJAMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

3

45

EMENTA

Recursos hídricos e seus aspectos físicos. Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil e em outros países: Instrumento de gestão, gestão participativa, valoração da água e estruturação de seus mercados. Legislação brasileira de águas. Delimitação e contextualização dos problemas de alocação. Identificação de fontes de ineficiências alocativas num contexto interdisciplinar. Aplicação de modelos estáticos e dinâmicos de alocação da água. Caracterização socioeconômica, balanço de recursos hídricos e política de desenvolvimento socioeconômico.

OBJETIVO

Capacitar os acadêmicos no gerenciamento de microbacias e bacias hidrográficas. Incitar a preservação dos recursos hídricos. Estudar a utilização consciente das águas e o impacto das atividades agropecuárias sobre as mesmas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

FELICIDADE, Norma; MARTINS, Rodrigo Constante; LEME, Alessandro Andre. Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil: velhos e novos desafios para a cidadania. 2. ed. São Carlos: Rima, 2006. 238 p. ISBN 8586552488.

FREITAS, Marcos Aurélio Vasconcelos. A gestão dos recursos hídricos e a mineração. Brasília: ANA, IBRAM, 2006. 334 p. ISBN 858962918X.

PARANÁ. Legislação paranaense de recursos hídricos: lei estadual n. 12.726/99 e decretos que estruturam a gestão de recursos hídricos no Estado do Paraná. São Paulo: Astúrias, 2002. 169 p.

MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. ISBN 8571930872.

SARAIVA, Maria da Graça Amaral Neto. O rio como paisagem: gestão de corredores fluviais no quadro do ordenamento do território. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1999. 512 p. ISBN 9723108315.

VALENTE, Osvaldo Ferreira; GOMES, Marcos Antônio. Conservação de nascentes: hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. Viçosa-MG: Aprenda Fácil, 2005. 210 p. ISBN 8576300125.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ANDREOLI, C. V.; CARNEIRO, C. Gestão integrada de mananciais de abastecimmento eutrofizados. Curitiba: SANEPAR; FINEP, 2005. 500 p.

VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques. Gestão de recursos naturais renováveis de desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 500 p. ISBN 85.249-0633-2.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GEX133

QUÍMICA ORGÂNICA

3

45

EMENTA

Princípios gerais da Química Orgânica. Características estruturais dos compostos orgânicos. Alcenos, aldeídos, esteres, cetonas e ácidos carboxílicos. Hidratos de carbono. Funções nitrogenadas: aminas, amidas, aminoácidos, proteínas. Grupos aromáticos. Polímeros e outros compostos de interesse biológico e tecnológico. Mecanismos de reação.

OBJETIVO

Apresentar aos alunos de Agronomia os fundamentos de química orgânica relacionados à estrutura, propriedades físicas e químicas, reatividade e mecanismos das principais reações das classes de compostos de interesse, para que possam ter conhecimento de síntese orgânica e dos processos biológicos.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALLINGER, N.; CAVA, M. P.; JONGH, D. C. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1976.

BRUICE, P. Y. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. 2 v.

MCMURRY, J. Química orgânica. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 2 v.

SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006.

SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 2 v.

VOLLHARDT, K. P. C.; SCHORE, N. E. Química Orgânica: Estrutura e Função. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2006.

CAMPOS, M. M. Fundamentos de Química Orgânica. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.

COSTA, P. R. R.; FERREIRA, V. F.; ESTEVES, P. M. Ácidos e bases em Química Orgânica. Porto Alegre: Bookman, 2005.

MORRINSON, R.; BOYD, R. Química Orgânica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1995.

RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994. v. 1 e 2.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GLA045

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (Libras)

04

60

EMENTA

1. Visão contemporânea da inclusão e da educação especial na área da surdez. 2. Cultura e identidade da pessoa surda. 3. Tecnologias voltadas para a surdez. 4. História da linguagem de movimentos e gestos. 4. Breve introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. 5. Características básicas da fonologia de Libras: configurações de mão, movimento, locação, orientação da mão, expressões não-manuais. 5. O alfabeto: expressões manuais e não manuais. 6. Sistematização e operacionalização do léxico. 7. Morfologia, sintaxe, semântica e pragmática da Libras; 8. Diálogo e conversação. 9. Didática para o ensino de Libras.

OBJETIVO

Dominar a língua brasileira de sinais e elaborar estratégias para seu ensino, reconhecendo-a como um sistema de representação essencial para o desenvolvimento do pensamento da pessoa surda.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BRASIL. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: SEESP/MEC, 1998.

BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: Semelhanças e diferenças. João Pessoa: Arpoador, 2000.

FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005.

QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BRASIL. Decreto 5.626/05. Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005.

CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe – LIBRAS. São Paulo: EDUSP/Imprensa Oficial, 2001.

LABORIT, Emmauelle. O Vôo da Gaivota. Paris: Editora Best Seller, 1994.

LODI, Ana Cláudia Balieiro et al. Letramento e Minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.

MOURA, Maria Cecília de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Ed. Revinter, 2000.

______. Língua de Sinais e Educação do Surdo. Série neuropsicológica. São Paulo: TEC ART, 1993. v. 3.

PIMENTA, Nelson; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de LIBRAS 1. 1. ed. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, 2006.

QUADROS, Ronice Muller. Educação de surdos. A Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997.

SACKS, Oliver. Vendo Vozes – Uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA318

OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA

3

45

EMENTA

Situação atual e perspectivas da caprinocultura e ovinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças de ovinos e caprinos. Sistemas de produção. Instalações. Manejos reprodutivo, nutricional e sanitário do rebanho. Melhoramento genético de ovinos e caprinos. Bem estar animal nas criações de ovinos e caprinos.

OBJETIVO

Adquirir conhecimento teórico e prático para os diferentes sistemas de produção adotados na ovinocultura e caprinocultura, bem como, os diferentes produtos da criação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel, 2002. 387 p. v. 1.

ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel, 2002. 426 p. v. 2.

BOFILL, F. J. A raça ovina ideal: na Austrália e no Rio Grande do Sul. Guaíba: Agropecuária, 1997. 276 p.

COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criação de ovinos. 2. ed. Guaíba: Agropecuária, 1985. 102 p.

MEDEIROS, L. P.; GIRÃO, R. N.; GIRÃO, E. S.; PIMENTEL, J. C. M. Caprinos princípios básicos para sua exploração. Embrapa, 1994. 177 p.

PUGH, D. C. Clínica de ovinos e caprinos. São Paulo: Editora Roca, 2005. 513 p.

RIBEIRO, S. D. A. Caprinocultura – criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel, 1997. 318 p.

SILVA SOBRINHO, A. G. Criação de Ovinos. 3. ed. Jaboticabal: Funep, 2006. 302 p.

SILVA SOBRINHO, A. G. Nutrição de Ovinos. Jaboticabal: Funep, 1996. 258 p.

SILVA SOBRINHO, A. G. Produção de Ovinos. Jaboticabal: Funep, 1990. 210 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BERCHIELLI, T. T.; PIRES, A. V.; OLIVEIRA, S. G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: Funep, 2006. 583 p.

BOFILL, F. J. A reestruturação da ovinocultura Gaúcha. Guaíba: Agropecuária, 1996. 137 p.

LANA, R. P. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades). Viçosa: UFV, 2005. 344 p.

PEREIRA, J. C. C. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. Belo Horizonte: FEP-MVZ, 2010. 195 p.

RIBEIRO, L. A. O. Medicina de Ovinos. 2009. 195 p.

SOLAIMAN, S. G. Goat science and production. Wiley-Blackwell, 2010. 425 p.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA207

SOLOS E MEIO AMBIENTE

3

45

EMENTA

Solos: Conceito e Importância. Fatores e processos de formação do solo. Mineralogia de solos. Propriedades químicas, físicas e biológicas. Matéria Orgânica do Solo. Poluentes: Classificação e principais fontes. Nitrogênio do solo e qualidade ambiental. Fósforo do solo e qualidade ambiental. Elementos traço e qualidade ambiental (metais pesados e qualidade ambiental). Contaminantes orgânicos e qualidade ambiental. Ciclos biogeoquímicos. Avaliação de risco ambiental. Ciclos biogeoquímicos. Avaliação de risco.

OBJETIVO

Proporcionar ao estudante a compreensão da importância do solo nos sistemas terrestres e como se dá a ação do mesmo sobre os ciclos biogeoquímicos de possíveis poluentes ambientais.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALLOWAY, B. J. Heavy Metals in Soils. 2. ed. London: Springer, 1994. 384 p.

AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S. D.; PEDRON, F. de A. Solos & Ambiente: I Forum. Santa Maria: Palloti, 2004. 167 p.

KÄMPF, N.; CURI, N. Argilominerais em solos brasileiros. In: CURI, N.; MARQUES, J. J.; GUILHERME, L. R.; LIMA, J. M.; LOPES, A. S.; ALVAREZ, V. H. (Ed.). Tópicos em Ciência do Solo. Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2003. v. 3. p. 1-54.

LEPSCH, I. 19 Lições de pedologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.

MEURER, E. Fundamentos de Química do Solo. 4. ed. revisada e ampliada. Evangraf, 2010. 264 p.

SANTOS, G. de A.; SILVA, L. da; CANELLAS, L. P.; CAMARGO, F. Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo. 2. ed. Porto Alegre: Metrópole, 2008. 636 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

AZEVEDO, A. C.; DALMOLIN, R. S. D. Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria: Palloti, 2004. 100 p.

BRADY, N.; WEIL, R. R. The nature and properties of soils. 13. a 14. ed. New Jersey: Prentice Hall, 2001-2007.

DIXON, J. B.; WEED, S. B. Minerals in Soil Environments. 2. ed. Madison: S.S.S.A Book Series n. 1, 1989. 1244 p.

EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa Produção de Informação. 2. ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006. 421 p.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2. ed. Rio de Janeiro-RJ, 2007. 316 p.

KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São Paulo: Ceres, 1979. 262 p.

LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. Manual de Descrição e Coleta de Solos no Campo. 5. ed. Campinas: SBCS, 2005.

OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3. ed. Piracicaba: Fealq, 2008. 592 p.

PRADO, Helio do. Solos do Brasil: gênese, morfologia, classificação, levantamento. 4. ed. rev. ampl. Piracicaba: Ed. do Autor, 2005. 220 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA319

BIOQUÍMICA DE PLANTAS

3

45

EMENTA

Bioenergética; Glicólise: uma seqüência metabólica comum a respiração anaeróbia e aeróbia; Ciclo do ácido cítrico; Principais características da mitocôndria vegetal: composição, organização e regulação da cadeia respiratória das plantas; Fosforilação oxidativa; Via pentose fosfato; Bioquímica da respiração aeróbia; Fotossíntese; Metabolismo geral dos compostos nitrogenados; Biossíntese de ácidos nucléicos; Biossíntese de proteínas; compostos do metabolismo secundário.

OBJETIVO

Apresentar ao aluno conceitos básicos de bioquímica de plantas, demonstrando a importância do estudo da bioquímica de plantas dentro do contexto agronômico e instruí-lo na aplicação deste conhecimento, permitindo que o mesmo seja capaz de interpretar a disciplina, destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na área de atuação do agrônomo e no seu contexto diário.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L.; STRYER, L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 1060 p.

CONTREIRAS, J. Fisiologia e bioquímica da respiração das plantas superiores. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. 314 p.

CORREIA, A. A. D. Bioquímica nos solos, nas pastagens e forragens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1980. 780 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BUCHNAN, B.; GRUISSEN, W.; JONES, R. L. Biochemistry & molecular biology of plants. Rockville: American Society of Plant Physiologists, 2000. 1368 p.

CARVALHO, H. F.; RECCO-PIMENTEL, S. M. A célula 2001. Manole: São Paulo, 2001. 290 p.

GOODWIN, T. W.; MERCER, E. I. Introduction to plant biochemistry. 2. ed. Oxford: Pergamon Press, l983. 678 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA320

BIOQUÍMICA ECOLÓGICA DE PLANTAS

3

45

EMENTA

Adaptação das plantas ao meio ambiente; Bioquímica da polinização em plantas; Interações bioquímicas entre plantas e animais; Interações bioquímicas ao nível de plantas superiores; Interações bioquímicas entre plantas superiores e fungos; Bases bioquímicas da seleção de plantas por insetos.

OBJETIVO

Apresentar ao aluno conceitos básicos de bioquímica ecológica de plantas, demonstrando a importância do estudo da bioquímica de plantas dentro do contexto ecológico e instruí-lo na aplicação deste conhecimento, permitindo que o mesmo seja capaz de interpretar a disciplina, destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na área de atuação do agrônomo e no seu contexto diário.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ESPOSITO, E.; AZEVEDO, J. L. Fungos: uma introdução à biologia, bioquímica e biotecnologia. Caxias do Sul: EDUCS, 2004. 210 p.

FLOSS, E. L. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: UPF, 2004. 536 p.

GLIESSMAN, S. R. Agroecologia. 2. ed. Porto Alegre: EUFRGS, 2001. 654 p.

LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima Editora, 2000. 532 p.

RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 906 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BUCHNAN, B.; GRUISSEN, W.; JONES, R. L. Biochemistry & molecular biology of plants. Rockville: American Society of Plant Physiologists, 2000. 1368 p.

HARBONE, J. B. Ecological Biochemistry. London: Academic Press, 1993. 318 p.

WOOD, R. K. S.; BALLIO, A.; GRANITI, A. Phytotoxins in plant diseases. London: Academic Press, 1972. 530 p.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA206

BIOQUÍMICA AGROPECUÁRIA

3

45

EMENTA

Bioquímica do silo e do feno; Bioquímica da carne; Bioquímica dos biodigestores; Bioquímica da produção de álcool carburante; Bioquímica das bebidas alcoólicas; Bioquímica do solo; Bioquímica das bebidas lácteas; Bioquímica dos herbicidas; Bioquímica do rúmen; Bioquímica dos pró-bióticos e pré-bióticos; Bioquímica dos anabolizantes animais.

OBJETIVO

Apresentar ao aluno tópicos básicos da bioquímica agropecuária, demonstrando a importância do estudo da Bioquímica dentro do contexto agropecuário e instruí-lo na aplicação deste conhecimento. Interpretar a bioquímica na agropecuária destacando seus objetivos, seu inter-relacionamento com outras ciências, sua aplicabilidade e sua importância na futura área de atuação do discente e no seu contexto diário.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BACILA, M. Bioquímica Veterinária. São Paulo: Robe Editorial, 2003. 582 p.

MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e Bioquímica do Solo. Lavras: Editora UFLA, 2002. 626 p.

SILVA, J. M. S. F. Bioquímica em Agropecuária. Alfenas: Editora Ciência Brasilis, 2005. 230 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ANNISON, E. F.; LEWIS, D. M. A. El metabolismo en el rúmen. México: Union Tipográfica Editoral Hispano Americana, 1966. 202 p.

CORREIA, A. A. Dias. Bioquímica nos Solos, nas Pastagens e Forragens. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1986. 816 p.

FENNEMA, O. R. Food chemistry. 3. ed. Boca Ranton: CRC Press, 1996. 1070 p.

FLOSS, E. L. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: UPF, 2004. 536 p.

FRIEDEN, E.; LIPNER, H. Endocrinologia Bioquímica dos Vertebrados. São Paulo: Edgard Blücher, 1975. 172 p.

HARBONE, J. B. Ecological Biochemistry. London: Academic Press, 1993. 318 p.

KOZLOSKI, G. V. Bioquímica dos Ruminantes. Santa Maria: Editora UFSM, 2002. 140 p.

ROBINSON, D. S. Bioquímica y valor nutritivo de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1991. 512 p.

SMITH, E. L.; HILL, R. L.; LEHMAN, I. R.; LEFKOWITZ, R. J.; HANDLER, P.; WHITE, A. Bioquímica: Mamíferos. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 620 p.

SUDEC (Superitendência do Desenvolvimento do Estado do Ceará). Produção do Gás Metano Através da Fermentação Anaeróbica do Esterco de Gado. Fortaleza: Sudec. 1977. 34 p.

Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCS317

DESENHO TÉCNICO AUXILIADO PELO COMPUTADOR

2

30

EMENTA

Conceitos básicos do AutoCAD. Sistemas de coordenadas do AutoCAD. Sistema de coordenadas cartesianas e polares. Configuração do ambiente de trabalho. Desenho básico bidimensional. Comandos de criação de objetos em 2D. Comandos de edição. Comandos de visualização. Ferramentas de precisão. Propriedades dos objetos. Técnicas avançadas em 2D. Camadas do desenho (layers). Comandos de averiguação. Impressão de desenhos.

OBJETIVO

Compreender a linguagem gráfica do desenho técnico assistido por computador e aprender a manipular as ferramentas do software AutoCAD voltados à criação de desenhos no espaço bidimensional.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

LIMA, Cláudia Campus Netto Alves de. Estudo dirigido de AutoCad 2010. São Paulo: Érica, 2009. 336 p.

VENDITTI, Marcus Vinícius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010. 346 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço. Autocad 2009: utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2008. 480 p.

BUGAY, Edson Luiz. Autocad 2011: da modelagem à renderização em 3D. Florianópolis: Visual Books, 2010. 445 p.

MATSUMOTO, Élia Yathie. AutoCad 2005, Guia Prático 2D e 3D. São Paulo: Érica, 2004.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCB251

BIOLOGIA CELULAR E TECIDUAL

04

60

EMENTA

Diversidade celular. Organização da célula procarionte e eucarionte. Evolução celular. Aspectos morfológicos, bioquímicos e funcionais da célula, de seus revestimentos e de seus compartimentos intracelulares. Métodos de estudo em biologia celular e tecidual. Tecidos básicos e suas variedades do ponto de vista morfofisiológico: tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido adiposo, tecido cartilaginoso, tecido ósseo, sangue, tecido muscular e tecido nervoso.

OBJETIVO

Estudar a estrutura e o funcionamento das células, a interação entre os diferentes tipos celulares e o seu papel nos diferentes organismos. Identificar e diferenciar os tecidos que compõem o organismo animal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ALBERTS, B. et al. Fundamentos de biologia celular. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

COOPER, G. M. A célula: uma abordagem molecular. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Atlas de Histologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2010.

GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Tratado de Histologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2003.

JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2005.

JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2008.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2006.

BANKS, W. J. Histologia Veterinária Aplicada. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992.

CARVALHO, H. F.; COLLARES-BUZATO, C. B. Célula: Uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Manole, 2005.

DE ROBERTIS, E.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

GEORGE, L. L.; CASTRO, R. R. L. Histologia comparada. 2. ed. São Paulo: Roca, 1998.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA426

Tópicos em Agronomia I

3

45

EMENTA

Ementa a ser definida pelo colegiado do curso, antes da oferta.

OBJETIVO

 

REFERÊNCIAS BÁSICAS

 

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

 



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA427

Tópicos em Agronomia II

3

45

EMENTA

Ementa a ser definida pelo colegiado do curso, antes da oferta.

OBJETIVO

 

REFERÊNCIAS BÁSICAS

 

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

 



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA584

Tópicos em Agronomia IV

2

30

OBSERVAÇÃO

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA585

Tópicos em Agronomia V

2

30

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA586

Tópicos em Agronomia VI

3

45

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA587

Tópicos em Agronomia VII

3

45

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA588

Tópicos em Agronomia VIII

3

45

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA589

Tópicos em Agronomia IX

4

60

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA590

Tópicos em Agronomia X

4

60

EMENTA

Ementa, objetivos, referências básicas e referências complementares serão definidas pelo curso, antes da oferta.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA646

ADVERSIDADES CLIMÁTICAS E DESENVOLVIMENTO VEGETAL

03

45

EMENTA

Definições e conceitos básicos de agroclimatologia. Abordagem das adversidades climáticas e do desenvolvimento vegetal, com foco nos aspectos relativos a radiação solar e regime radiativo de uma vegetação; Balanço de radiação e de energia em superfícies vegetadas; Cultivo em ambientes protegidos; Temperatura como fator agronômico para o desenvolvimento animal e vegetal; Importância agroecológica do vapor d’água e dos ventos; Geadas; Modelos agrometeorológicos de produtividade. Zoneamento agroclimatológico.

OBJETIVO

Adquirir conhecimentos aplicados na relação entre as variáveis ambientais e o desenvolvimento vegetal, de forma que possibilite integrar os aspectos teóricos envolvidos com a realidade presente nos cultivos. Permitindo que o acadêmico desenvolva e aprimore suas percepções a respeito da influência das variáveis climáticas sobre os aspectos relativos ao desenvolvimento vegetal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

AYOADE, I. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.

FERREIRA, A. G. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.

VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Brasília: MA-INMET, 2001.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Meteorologia Agrícola (LCE 306) – Apostila Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Universidade de São Paulo. Piracicaba, 2000.

VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Brasília: MA-INMET, 2006.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA647

PLANTAS E COMPOSTOS BIOATIVOS

03

45

EMENTA

Introdução ao estudo das plantas e compostos bioativos; importância econômica, ambiental e sociocultural; potencial de utilização de plantas e compostos bioativos no redesenho de agroecossistemas; principais metabólicos de interesse; aspectos agrometeorológicos no cultivo de plantas bioativas; preparados caseiros de plantas e compostos bioativos; Aspectos básicos da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos como estratégia de diversificação da matriz produtiva.

OBJETIVO

Formar engenheiros Agrônomos que utilizem conceitos e princípios relacionados a importância do cultivo de espécies bioativas em suas diferentes dimensões de utilização. Desenvolver questões relacionadas ao cultivo e utilização das plantas bioativas e seus compostos bioativos na agricultura. Conhecer e compreender o efeito das variáveis ambientais sobre o desenvolvimento de espécies bioativas. Preparados bioativos e sua utilização nos cultivos agrícolas e na fitoterapia animal.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CARVALHO, A. F. Ervas e Temperos - Cultivo, Processamento e Receitas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002.

CHANTAL de RUDDER, E. A. M. Guia das Plantas Medicinais. Tradução Luiza Maria F. Rodrigues, Monique Aron Chiarella e Nadir de Salles Penteado. São Paulo: Riddel, 2002.

DUNIAU, M. C. M. Plantas medicinais: da magia à ciência. Editora Brasport, 2003. 150p.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas medicinais no Brasil – nativas e exóticas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2002.

MATOS, J. K. A. Plantas medicinais: aspectos agronômicos. Brasília: Gutemberg, 1996. v. 1. 51 p.

SILVA, F. da; CASALI, V. W. D. Plantas Medicinais e aromáticas: Pós-Colheita e Óleos Essenciais. Viçosa-MG: UFV, DFT, 2000. 135 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CARIBÉ, J.; CAMPOS, J. M. Plantas que ajudam o homem. São Paulo: Editora Pensamentos Ltda, 1995.

FURLAN, M. R. Ervas e temperos: cultivo e comercialização. Cuiabá: SEBRAE/MT, 1998. 128 p.

LORENZI, H.; MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. 2. ed. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2008. 544 p.

MENEZES, E. L. A. Inseticidas botânicos: seus princípios ativos, modo de ação e uso agrícola. Embrapa Agrobiologia. Documentos 205. 2005, 58p.

SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5. ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora UFRGS/Editora UFSC, 2003.




CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA648

FRUTICULTURA ESPECIAL

04

60

EMENTA

Conceito e importância da fruticultura nos aspectos econômicos locais. Estudo das principais frutíferas do Brasil. Importância da fruticultura de clima tropical e subtropica, pequenas frutas e frutas nativas de importância econômica. Instalação de pomares, exigências culturais, colheita. Dados econômicos e alimentícios, botânica, morfologia, clima, solo, plantio. Sistema de produção Pequenas frutas (mirtileiro, amoreira-preta, framboeseira,morangueiro, physalis, etc.) e frutíferas nativas regionais. Cultura do caquizeiro, Cultura da goiabeira, Cultura do maracujazeiro, Cultura da mangueira, Cultura da nespereira, Cultura da aceroleira, Cultura do abacaxizeiro, Cultura do abacateiro, Cultura da bananeira. Tópicos atuais em fruticultura.

OBJETIVO

Oportunizar conhecimentos básicos de fruticultura e das fruteiras de maior expressão econômica do país e/ou de microclimas diferenciados na região oeste de Santa Catarina e Norte do Rio Grande do Sul. Elaborar, executar, orientar, analisar e avaliar projetos de desenvolvimento sustentável de sistemas de produção frutícola em escala familiar e empresarial.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p.

LORENZI, H. et al. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (para consumo in natura). São Paulo: Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006.

      1. GUERRA, A G. Manual de fruticultura tropical. Clube de Autores. 2017. 218p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

ITAL. Maracujá. Campinas-SP: ITAL, 1994. 267p.

KOLLER, Otto Carlos. Abacaticultura. 2.ed. Porto Alegre: Ed. Da Universidade/UFRGS, 1992, 138p.

MANICA, I. et al. Fruticultura tropical 6. Goiaba. Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 2000. 374p.

MARTINS, F. P.; PEREIRA, F. M. A cultura do caquizeiro. Jaboticabal: FUNEP. 1989. 71p.

ALVES, E. J. A cultura da Banana: aspectos técnicos, sócio-econômicos e agroindustriais. 2. ed. rev. Brasília: Embrapa-SPI/Cruz das Almas, Embrapa-CNPMF, 1999.

  1. ANTUNES, L. E. C.; REISSER JUNIOR, C.; SCHWENGBER, J. E. Morangueiro. Embrapa Clima Temperado. 2016. 589p.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA649

IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS

2

30

EMENTA

O componente curricular se propõe a desenvolver a habilidade de identificar as espécies vegetais do sul do Brasil, com ênfase em espécies nativas e espécies arbóreas. Desenvolve o conhecimento prático sobre a morfologia das espécies vegetais com finalidades taxonômicas.

OBJETIVO

Desenvolver habilidades de identificação de espécies vegetais com base em conhecimento da morfologia vegetal e uso da bibliografia especializada. Utilizar chaves de identificação botânica.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4. ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008.

SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. 

VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica - organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4. ed. rev. e ampl. Viçosa: UFV, 2000.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Nova Odessa: Editora Plantarum, volumes 1-3, 2009-2012.

PINHEIRO, A. L.; ALMEIDA, É. C. Fundamentos de taxonomia e dendrologia tropical. Viçosa, MG: UFV, 2008.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA650

RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA

03

45

EMENTA

Apresenta aos estudantes temas referentes à Restauração Ecológica, partindo de conhecimentos clássicos da Ecologia, e discutindo aplicações de conhecimentos de Interações Bióticas e Ecofisiologia, entre outras áreas, no sentido de desenvolver métodos que possam recuperar determinadas propriedades de ecossistemas perturbados, com ênfase em florestas nativas e em agroecossistemas através de agroflorestas. Discute o desenvolvimento projetos de Restauração Ecológica ou reabilitação de áreas degradadas.

OBJETIVO

Conhecer os fundamentos da restauração ecológica e sua contribuição para a conservação da biodiversidade e recuperação das funções e capacidades ambientais dos ecossistemas. Conhecer e discutir diferentes métodos e abordagens aplicados na restauração ecológica. Analisar a restauração ecológica nas dimensões ambiental, social e econômica.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.

DAJOZ, R. Princípios de Ecologia Geral. 7 ed. Rio de Janeiro: Artmed, 2005, 519p 

RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

DEINTENBACH, A., FLORIANO, G. S., DUBOIS, J. C. L., VIVAN, J. L. Manual Agroflorestal para a Mata Atlântica. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretaria de Agricultura Familiar, 2008

LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5. ed. São Paulo: Instituto Plantarum, 2008.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA651

ORIGEM, DOMESTICAÇÃO, COLETA E CONSERVAÇÃO DE GERMOPLASMA VEGETAL

04

60

EMENTA

Primórdios das sociedades humanas e da agricultura. Evolução biológica e evolução cultural. Centros de origem, domesticação e diversificação de plantas cultivadas. Principais aspectos relacionados à domesticação, melhoramento genético participativo e diversificação de recursos genéticos vegetais. Os riscos de erosão genética. Estratégias de conservação de recursos genéticos vegetais e parentes silvestres: in situ, ex situ, on farm, in vitro. Noções de coleta, caracterização morfológica, agronômica e molecular de germoplasma para conservação ex situ. Aspectos legais relacionados ao acesso à biodiversidade e repartição de benefícios, ao conhecimento tradicional associado e aos direitos dos agricultores. Elaboração de planos de uso, manejo e conservação de espécies vegetais. Noções sobre produção de sementes crioulas. Importância das variedades crioulas para a soberania, segurança alimentar e nutricional das populações humanas.

OBJETIVO

Estudo dos processos históricos, antropológicos e biológicos envolvidos na domesticação de plantas, como base para compreensão da estrutura genética e ecológica dos cultivos atuais e seu significado do ponto de vista evolutivo e como fonte de germoplasma para os programas de melhoramento genéticos e conservação integrada de germoplasma, bem como conhecer as principais ferramentas para o manejo e conservação da agrobiodiversidade.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BOEF, W. de. et al. Biodiversidade e agricultores: fortalecendo o manejo comunitário. Porto Alegre: L & PM, 2007.

FALEIRO FG. Marcadores Genético-Moleculares aplicados a programas de conservação e uso de recursos genéticos. Brasília. Embrapa, 102p. 2007.

JABLONKA, E. & LAMB, M. J. Evolução em quatro dimensões: DNA, comportamento e a história da vida. Trad. Cláudio Angelo. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

NASS, L.L.(Org.). Recursos Genéticos vegetais. Brasília. Embrapa, 860p. 2007.

VAVILOV, N. I. Origin and geography of cultivated plants. Cambridge Univ. Press, Cambridge, UK. 1992.

WALTER, B.M.T. & CAVALCANTI, T.B. (Org.). Fundamentos para a coleta de germoplasma vegetal. Brasília. Embrapa, 778p. 2005.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BRUSH, S.B. Genes in the field – On farm conservation of crop diversity. Rome, IPGRI-CRC. Press, 88p. 2000.

DAWKINS, R. A grande história da evolução: na trilha dos nossos ancestrais. Trad. Laura T. Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

DIAMOND, J. Armas, Germes e Aço. Rio de Janeiro: Record, 2002. (Disponível no Moodle).

FAO. Plan de Acción Mundial para la Conservación y la Utilización Sostenible de FAO. The future - Trends of food and challenges agriculture. Rome. 2017.

LACEY, H. As sementes e o conhecimento que elas incorporam. São Paulo em Perspectiva. 14(3), 2000. p. 53-59.

PEARSALL, D.M. The origins of plant cultivation in South America. In: COWAN, C.W.; WATSON, P.J. (Eds.) The origins of agriculture - an international perspective. Smithsonian Inst. Press, Washington. pp. 173-206, 1992.

SANTILI, J. Agrobiodiversidade e direitos dos agricultores. São Paulo: Peirópolis, 2009.

CORADIN, L.; SIMINSKI, A.& REIS, A. (Orgs). Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial: plantas para o futuro Região Sul. Brasília: MMA, 2011. v.1. 934.

JARVIS, D. I.;MYER, L.; KLEMICK, .; GUARINO, L.; SMALE, M.; BROWN, A.H.D.; SADIKI, M.; STHAPIT, . & HODGKIN, T. Guía de Capacitacioón para la Conversacioón in situ em Fincas. IPGRI, Roma, Itália. 161p. 2006.

ORNELLAS, L.H. A alimentação através dos tempos. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2008.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA652

TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS E RAÇÕES

04

60

EMENTA

Princípios gerais de toxicologia de alimentos e rações; Agentes tóxicos naturalmente presentes nos alimentos e nas rações; Agentes tóxicos contaminantes diretos dos alimentos e das rações; Agentes tóxicos contaminantes indiretos de alimentos e das rações.

OBJETIVO

Formar engenheiros Agrônomos que utilizem conceitos e princípios ecológicos, visando o planejamento, a construção e o manejo de agroecossistemas ambientalmente sustentáveis, economicamente viáveis e socioculturalmente aceitável com sólidos conhecimentos técnico-científicos e compromisso social.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

CONN & STUMPF - Introdução à Bioquímica - Editora Edgard Blucher - São Paulo. 1980.

NELSON, D.L. & COX, M.M. Lehninger - Princípios de Bioquímica. Ed. Sarvier, 2006. 1152p.

MARZZOCO, A & TORRES, B.B. Bioquímica Básica 3 edição. Guanabara-Koogan. Rio de Janeiro. 2007

CHAMPE, P.C.; HARVEY, R.A.; FERRIER, D.R. Bioquímica Ilustrada. 4 edição. Artmed, Porto Alegre, 2008.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

LARINI, L. Toxicologia dos praguicidas. São Paulo: Manole. 2008, 230p.

SUCUSSEL, V. M. Atualidades em micotoxinas e armazenagem de grãos. Florianópolis: Ed. do Autor. 2000, 384p.

OGA, S.; CAMARGO, M. M. A.; BATISTUZZO, J. A. O. Fundamentos de toxicologia. 3º ed. São Paulo: Atheneu. 1996, 696p.

MIDIO, A. F.; MARTINS, D. I. Toxicologia de alimentos. São Paulo: Livraria Varela. 2000, 296p.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA653

CULTURAS ESPECIAIS

03

45

EMENTA

Histórico, época e sistemas de cultivo, características agronômicas, espaçamento, densidade e população de plantas. Cultivares, manejo fitotécnico e adubação. Manejo das principais pragas, doenças e plantas espontâneas das culturas especiais: algodão, café, girassol, amendoim, mandioca, linhaça, mamona, pinhão manso, sorgo, erva mate, fumo, ervilha, lentilha entre outras.

OBJETIVO

Proporcionar, aos discentes, conhecimentos teóricos e práticos acerca das principais características agronômicas e manejo fitotécnico das culturas do algodão, café, girassol, amendoim, mandioca, linhaça, mamona, pinhão manso, sorgo, erva mate, fumo, ervilha, lentilha entre outras culturas.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

PAULA JÚNIOR, T. J.; VENZON, M. 101 Culturas - Manual de Tecnologias Agrícolas. Belo Horizonte: Epamig, 2007. 800 p.

INSTITUTO CAMPINEIRO DE ENSINO AGRÍCOLA. Principais culturas. Campinas/SP: ICEA, 1987. 404p.

BORÉM, A.; FREIRE, E.C. (Ed.). Algodão: do plantio à colheita. Viçosa, MG: UFV, 2014. 312 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

MATTOS, P. L. P.; FARIAS, A. R. N.; FERREIRA FILHO, J. R. Mandioca: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF : Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 176 p.

KIST, B.B.; QUINTANA, A.; CORRÊA, S. Anuário brasileiro da erva mate. Santa Cruz do Sul, RS: Gazeta, 1999. 63 p.

SEVERINO, S.; MILANI, M.; BELTRÃO, N.E.M. Mamona : o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2006. 248p.

LAPA, J.R.A. A economia cafeeira. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1998. 120 p.

LUCENA, A.M.A. et al. Ecofisiologia das culturas de algodão, amendoim, gergelim, mamona, pinhão-manso e sisal. Brasília, DF: Editora Embrapa. 2011. 324p.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA654

TÓPICOS EM HORTICULTURA SUSTENTÁVEL

03

45

EMENTA

Fisiologia de sementes: uso de bioestimulantes e extratos naturais para incremento na germinação, desenvolvimento de plantas, sanidade de sementes e qualidade de mudas de hortaliças. Práticas alternativas no cultivo de hortaliças: consorciação de espécies e sistema de plantio direto de hortaliças. Cultivo de mini hortaliças. Cultivo de hortaliças não convencionais.

OBJETIVO

Fornecer bases teóricas e práticas para proposição de sistemas sustentáveis de produção de hortaliças, visando o uso de sistemas alternativos e o cultivo de espécies não convencionais, assim como de mini hortaliças, para agregação de valor e aumento da renda, em propriedades de agricultura familiar.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

AGRIOS, G. N. Plant pathology. 5th ed. New York: Elsevier, 2005. 922 p.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de hortaliças não-convencionais. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo. – Brasília : Mapa/ACS, 2010. 92 p.

FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3.ed. Viçosa: Ed. da UFV, 2008. 421p.

LOPES, C.A.; PEDROSO, M.T.M. Sustentabilidade e horticultura no Brasil: da retórica à prática. Embrapa. Brasília. 2017. 446p.

HAMERSCHMIDT, I. (Org.). Manual de olericultura orgânica. Curitiba, PR: Emater, 2012. 129p.

MORZELLE, M.C.; PETERS, L.P.; ANGELLINI, B.G.; CASTRO, P.R.C.; MENDES, A.C.C.M. Agroquímicos estimulantes, extratos vegetais e metabólitos microbianos na Agricultura. ESALQ: Piracicaba-Divisão de Biblioteca (Série Produtor Rural). 2017. 94p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

CALLEGARI, C.R.; MATOS FILHO, A.M. Plantas Alimentícias Não Convencionais - PANCs. Florianópolis: Epagri, 2017. 53p. (Epagri, Boletim Didático, 142).

FAYAD, J.A.; COMIN,J.J.; BERTOL, I. (coord) Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH): O cultivo do tomate. Florianópolis: Epagri, 2016. 96p. (Epagri. Boletim Didático,132).

MARCOS FILHO, J. Fisiologia de Sementes das plantas cultivadas. Inovacao distribuidora de livros. 2016. 659p.

SILVA, C. A. R. Viabilidade técnica e econômica do cultivo consorciado de hortaliças para a agricultura familiar. Universidade de Brasília (Tese de doutorado em Agronomia). 2017. 153p. NOBEL, P.S. Physicochemical & environmental plant physiologi. 14Th ed. San Diego, CA, US: Elsevier, 2009. xxiv, 582 p.

TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Armed, 2009. 819 p.



CÓDIGO

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA655

INTRODUÇÃO À POLUIÇÃO DO SOLO

03

45

EMENTA

Atributos do solo. Cenários de contaminação de solos e águas subterrâneas: contaminantes orgânicos e inorgânicos. Atenuação natural de contaminantes. Monitoramento do solo. Remediação e revitalização de áreas contaminadas. Legislação ambiental para proteção do solo e mananciais subterrâneos.

OBJETIVO

Contribuir para que o aluno incorpore na sua formação conhecimentos relativos à ciência do solo e os principais contaminantes de solo.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

MIRSAL, I. A. Soil Pollution: Origin, Monitoring & Remediation. 2. ed. Editora Springer, 2008. 312 p.

HYMAN, M.; DUPONT, R. R. Groundwater and Soil Remediation – Process Design and Cost Estimating of Proven Technologies. 1. ed. Reston: EUA, ASCE PRESS, 2001.

RODRIGUES, D.; MOERI, E. Áreas Contaminadas - Remediação e Revitalização. Rio de Janeiro: Editora ABES, 2007. v. 3. 204 p.

PRUSKI, F. F. Conservação de Solo e Água – Práticas Mecânicas para o Controle de Erosão Hídrica. UFV, 2006. 240 p.

DERÍSIO, J. C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 4. ed. atualizada. Editora Oficina de Textos, 2012. 224 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

LEPSCH, I. F. Formação e Conservação dos Solos. 2. ed. atualizada e ampliada. Editora Oficina de Textos, 2010. 216 p.

ARTIOLA, J. F.; PEPPER, I. L.; BRUSSEAU, M. Environmental Monitoring Characterization. Elsevier Academic Press, 2004. 410 p.

BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 4. ed. São Paulo: Ícone, 1999.355 p.

AZEVEDO, A.; DALMOLIN, R. S. D. Solos e ambiente: uma introdução. Santa Maria: Ed.Pallotti, 2004. 100 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA657

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FÍSICA DO SOLO

4

60

EMENTA

Natureza do solo, funções e comportamento físico. Qualidade do solo. Atributos físicos utilizados como indicadores de qualidade do solo e sua determinação. Interação entre indicadores físicos de qualidade do solo e o crescimento de plantas. Interação entre indicadores físicos, químicos e biológicos de qualidade do solo.

OBJETIVO

Aprofundar os conhecimentos relativos a utilização dos atributos físicos do solo como parâmetros para a avaliação da qualidade dos solos quando conduzidos sob diferentes tipos de uso e sistemas de manejo, bem como fator condicionante da sustentabilidade dos agroecossistemas quando utilizados isoladamente ou relacionados a outros atributos do solo.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

ARAÚJO E. A. Indicadores físicos de qualidade do solo: ênfase para solos tropicais. Rio Branco: Ed. do Autor, 2011.

VAN LIER, Q. Física do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. Viçosa. 1Ed. 2010. 298p

TEIXEIRA, P. C.; DONAGEMMA, G. K.; FONTANA, A.; TEIXEIRA, W. G. Manual de métodos de análise de solo. 3. ed. rev. e ampl. Brasília, DF: Embrapa, 2017. 576p.

REICHARDT, K.; TOMM, L. C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2004. 478 p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. São Paulo: Ceres, 1979. 262 p.

BRADY, N. AND WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 14ed. Prentice Hall, New Jersey. 1999, 2001 ou 2008.

KLEIN, V. A. Física do Solo. 1. ed. Passo Fundo: EDIUPF, 2008. v. 1. 212 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

CRÉDITOS

HORAS

GCA658

Manejo Integrado de Pragas

3

45

EMENTA

O que é manejo integrado de pragas? Reconhecimento de insetos praga de culturas anuais; Reconhecimento de insetos praga de culturas perenes; Reconhecimento de insetos praga de culturas frutíferas de importância econômica para a agricultura familiar; Principais tipos de controle de insetos praga com ênfase em controle biológico; Tópicos atuais em manejo integrado de pragas.

OBJETIVO

Aprofundar a discussão sobre tópicos especiais em manejo integrado de pragas focando a produção sustentável, buscando principalmente implantas novos métodos de controle de insetos-praga. Compreender os princípios e discutir os diversos fatores técnicos, ambientais, econômicos e socioculturais relacionados com a ocorrência de insetos-praga em plantas cultivadas. Analisar e discutir os diversos tipos de injúrias e formas de controle.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BUZZI, Z. J. Entomologia Didática. 5ª ed. Curitiba: UFPR, 2010, 535p.

MARCONDES, C. B. Entomologia Médico-Veterinária. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2011, 526p.

TRIPLEHORN, C. A.; JONNSON, N. F. Estudo de insetos. São Paulo: Cengage Learning, 2016, 761p.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R. P. L.; BATISTA, G. C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J. R. P.; ZUCCHI, R. A.; ALVES, S. B.; VENDRAMIN, J. K.; MARCHINI, L. C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ, 2002, 920 p.

GULLAN, P. J. & CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia. 4ª Ed. São Paulo: Roca, 2012. 492 p.



Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GCA675

Ecofisiologia da produção de sementes

03

45h

EMENTA

Definições e conceitos gerais sobre agroclimatologia, fisiologia e ecofisiologia; Aspectos gerais do cultivo de plantas para produção de sementes; Interações e respostas fisiológicas de plantas produtoras de sementes em relação aos fatores e elementos climáticos; o efeito das adversidades climáticas na produção de sementes; relação do ambiente de cultivo com a pós-colheita de sementes e o desempenho das sementes. Semente, plantabilidade, ecofisiologia do estabelecimento e desenvolvimento; Qualidade de sementes e deterioração em relação ao ambiente.

OBJETIVO

Apresentar aos acadêmicos as relações entre as variáveis ambientais e a produção de sementes, observando as interações e respostas fisiológicas de plantas produtoras de sementes em relação aos fatores e elementos climáticos. Bem como, relacionar fatores adversos climáticos à qualidade na produção de sementes.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

AYOADE, I. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 1998.

CASTRO, P. R. C.; KLUGE, R. A. Ecofisiologia de cultivos anuais. Nobel, 1999. 126 p.

FLOSS, E. Fisiologia das Plantas Cultivadas. Passo Fundo: Editora da UPF, 2011.

TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed. 5a ed. 2013. 820p.

PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia - fundamentos e aplicações práticas. Livraria e Editora Agropecuária, 2002. 478 p.

BERGAMASCHI, H.; BERGONCI, J. I.. As Plantas e o Clima: Princípios e Aplicações. 352p. 2017.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Meteorologia Agrícola (LCE 306) – Apostila Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”. Universidade de São Paulo. Piracicaba, 2000.

MONTEIRO, J.E.B.. Agrometeorologia dos cultivos: O fator meteorológico na produção agrícola. 530. 2009.

MARIN, F.R.. Microclimatologia agrícola: introdução biofísica da relação planta-atmosfera. 263p. 2021.


Código

COMPONENTE CURRICULAR

Créditos

Horas

GLA213

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

04

60

EMENTA

Visão contemporânea da inclusão na área da surdez e legislação brasileira. Cultura e identidade da pessoa surda. Tecnologias voltadas para a surdez. História da Língua Brasileira de Sinais. Breve introdução aos aspectos clínicos e socioantropológicos da surdez. Aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais. Diálogo e conversação.

OBJETIVO

Conhecer a língua brasileira de sinais, a fim de instrumentalizar para atuação profissional inclusiva.

REFERÊNCIAS BÁSICAS

BRASIL. Decreto 5.626/05. Regulamenta a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Brasília, 2005.

QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

__________________________. Educação de surdos. A Aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Editora Artmed, 1997.

REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

BRASIL. Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 – regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Brasília, 2010.

BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina (Ed). Novo Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira baseado em Linguística e Neurociências cognitivas. São Paulo: EDUSP: Inep, CNPq, CAPES, 2012.

GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

LOPES, Maura Corcini; MENEZES, Eliana da Costa Pereira de. Inclusão de alunos surdos na escola regular. In: Cadernos de Educação. Pelotas: v. 36, Maio/Ago. 2010.

LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2007.

QUADROS, Ronice Müller de. Aquisição das línguas de sinais. In: Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2009.

SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

SANTANA, Ana Paula; BERGAMO, Alexandre. Cultura e identidade surdas: encruzilhada de lutas sociais e teóricas. In: Educação & Sociedade. V. 26, n. 91. Maio/Ago. 2005.

VIEIRA-MACHADO, Lucyenne Matos da Costa; LOPES, Maura Corcini. Educação de Surdos: políticas, Língua de Sinais, Comunidade e Cultura Surda. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2010.


Data do ato: Chapecó-SC, 22 de maio de 2026.
Data de publicação: 22 de maio de 2026.

Marco Aurelio Tramontin da Silva
Coordenador do Curso de Graduação em Agronomia (Bacharelado) do Campus Chapecó (emec 1120217)